Trump lança operação militar na Venezuela! Maduro e Delcy Rodríguez capturados! Ação controversa ignora ONU e gera dúvidas sobre legitimidade. Saiba mais!
A situação na Venezuela se intensificou drasticamente com a determinação do governo venezuelano de iniciar uma busca e captura em âmbito nacional de todos os indivíduos envolvidos na promoção ou apoio ao que o governo considera um “ataque armado dos Estados Unidos”.
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O decreto, publicado na segunda-feira (5.jan.2026), três dias após a deposição do presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda), detalha a medida.
O documento (PDF – 211 kB, em espanhol) estabelece acusações que incluem conspiração de narcoterrorismo, conspiração para a importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos, e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos.
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Em resposta, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), anunciou uma operação militar contra a Venezuela através de sua plataforma Truth Social no sábado (3.jan.2026). A operação resultou na captura de Maduro e da primeira-dama Delcy Rodríguez.
O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, confirmou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite da sexta-feira (2.jan.2026). A operação foi realizada na madrugada de sábado (3.jan.2026), com ataques a quatro alvos no país, utilizando 150 caças e bombardeios.
Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana, para a captura de Maduro.
A operação levanta questões sobre a legitimidade de uma intervenção militar em outro país sem a aprovação da Organização das Nações Unidas. Trump minimizou a importância da aprovação da ONU, argumentando que era “desnecessária”. No entanto, surgem dúvidas sobre o cumprimento das leis dos EUA, que exigem a aprovação prévia do Congresso.
O secretário de Estado, John Rubio, declarou que não foi possível comunicar os congressistas com antecedência. Até o momento, não há informações oficiais sobre baixas, com autoridades venezuelanas afirmando que civis morreram durante a operação, enquanto um oficial norte-americano negou baixas entre militares dos EUA.
No início da tarde de sábado (3.jan.2026), Trump anunciou que os Estados Unidos assumiriam temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida. Ele se concentrou em declarações sobre a exploração e a venda do petróleo venezuelano, mencionando uma conversa com a vice-presidente Delcy Rodríguez, que manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA.
Trump também comentou sobre a líder oposicionista María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, afirmando que ela não teria apoio político suficiente para governar a Venezuela. Delcy Rodríguez classificou a ação dos EUA como uma violação da soberania venezuelana e afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país, expressando abertura para uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional.
Autor(a):
Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.