Trump cobra que países dependentes do petróleo do Golfo ajudem a proteger Ormuz

Trump disse negociar com sete países a proteção da rota do petróleo; Japão e Austrália afirmaram que não pretendem enviar navios.

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Foto: Reprodução
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Estados Unidos Buscam Apoio Internacional para Garantir Segurança da Rota do Petróleo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), declarou no domingo, 15 de março de 2026, que o governo americano está em diálogo com sete países para assegurar o apoio à manutenção da abertura da rota marítima e à segurança da principal via de transporte de petróleo.

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A declaração foi feita a bordo da aeronave Air Force One, enfatizando a responsabilidade das nações dependentes do petróleo do Golfo Pérsico em proteger a região, considerando-a como seu território de origem.

Trump argumentou que “exijo que esses países participem e protejam seu próprio território, pois o território é deles. É dali que provém a energia deles”. A situação se agrava com o conflito em curso contra o Irã, que entra em sua terceira semana e continua a gerar instabilidade no mercado global de petróleo.

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Reações Internacionais e Restrições de Envio de Embarcações

Na segunda-feira, 16 de março, aliados estratégicos como o Japão e a Austrália manifestaram que não pretendem enviar embarcações militares para a área do Oriente Médio. O Japão, por exemplo, que depende de 95% de seu petróleo proveniente da região, declarou que analisará cuidadosamente a solicitação de Washington, mas devido à sua Constituição pacifista, não tem planos de enviar navios de escolta.

A Austrália, também dependente de petróleo do Oriente Médio, também se manifestou, afirmando que não tem sido solicitada a contribuir e que não pretende fazer isso. A situação é acompanhada por discussões entre líderes mundiais, como o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer (Partido Trabalhista), e o premiê do Canadá, Mark Carney (Partido Liberal), sobre o futuro do Estreito de Ormuz.

Posição da OTAN e União Europeia

O presidente norte-americano também aumentou a pressão sobre a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e a União Europeia. Segundo o Financial Times, Trump alertou que a aliança enfrentaria um futuro “muito ruim” caso não apoiasse os Estados Unidos no confronto com o Irã.

Os ministros das Relações Exteriores europeus se reúnem nesta segunda-feira para discutir o reforço de uma pequena missão naval no Oriente Médio, embora o bloco não deva estender sua atuação até o Estreito de Ormuz.

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A Coreia do Sul também se posicionou, indicando que analisará a solicitação de Washington. A situação complexa exige cautela e avaliação das capacidades de cada nação envolvida, considerando as implicações geopolíticas e econômicas do conflito no Oriente Médio.

A Redação Internacional reúne a cobertura do Clique Fatos sobre os principais acontecimentos fora do Brasil. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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