Truls Torp e Côme Girardot realizam salto radical próximo a iceberg na Croácia
Truls Torp e Côme Girardot desafiaram gravidade com salto radical próximo a icebergs na Croácia, demonstrando perícia extrema da modalidade dødsing.
Os saltos foram realizados por Truls Torp e **Côme Girardot**, atletas ligados à modalidade *dødsing*. A performance chamou a atenção pela altura impressionante do salto de um iceberg na paisagem da Croácia.
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A atividade é considerada extrema porque o ambiente natural adiciona variáveis que não podem ser totalmente controladas, tornando qualquer tentativa semelhante altamente perigosa para quem não faz parte dessa equipe especializada em mergulho profissional.
O risco inerente ao dødsing
Diz – se que o *dødsing*, ou “death diving”, surgiu originalmente na Noruega. É uma prática onde os saltadores mantêm grande parte do corpo aberta durante toda queda livre e só mudam drasticamente sua posição pouco antes de atingir a água com o objetivo de reduzir um impacto violento no momento da entrada.
Embora já apresente alto grau de risco mesmo quando executada em plataformas fixas, realizar esse salto próximo à massa instável de gelo eleva ainda mais perigos. A equipe precisou avaliar condições totalmente diferentes das encontradas numa piscina controlada por conta dos riscos presentes ao redor do iceberg.
Variáveis imprevisíveis nos icebergs
A principal dificuldade é que uma formação como essa não funciona como qualquer estrutura fixa; ela flutua e gira constantemente. O bloco pode sofrer fraturas ou perder grandes fragmentos sem emitir um aviso claro para quem está na superfície superior da água.
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Os fatores ambientais adicionam camadas complexas aos desafios: há correntes capazes de afastar o mergulhador, blocos de gelo podem estar soltos no ponto de entrada aquático, além das possibilidades constantes de desprendimento parcial dos próprios imensos pedaços do iceberg em questão.
Além disso, a temperatura baixa já representa risco suficiente por si só, podendo causar choque térmico imediato ao corpo humano; somado à dificuldade logística e geográfica que torna qualquer resgate extremamente complicado numa região tão isolada como essa área próxima à Groenlândia.
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Motivação para saltar da formação congelada
Girardot explicou aos presentes que imaginava há anos realizar um salto desse tipo justamente porque o cenário parecia compatível com o caráter bruto e imprevisível característico de toda modalidade *dødsing*. Antes mesmo do evento acontecerem os atletas percorreram intensamente aquela vasta regionais em busca de uma estrutura considerada adequada, tanto quanto na altura necessária qual no espaço ideal para a queda.
Mesmo após todo esse planejamento minucioso prévio, Torp reconheceu publicamente como aquele momento fez pensar nos entes queridos próximos. Ele ressaltou ainda as possíveis consequências envolvidas nessa atividade extrema realizada por profissionais da área esportiva especializada.