Tribunal define novo critério para improbidade administrativa e exige dolo em decisões

Tribunal valida exigência de dolo para improbidade administrativa, reafirmando critérios essenciais na legislação. Decisão unânime marca nova fase no tema

29/05/2026 15:51

1 min

Tribunal define novo critério para improbidade administrativa e exige dolo em decisões
(Imagem de reprodução da internet).

Decisão sobre Improbidade Administrativa

No dia 28 de abril de 2026, o tribunal validou um dispositivo que requer a comprovação de dolo, ou seja, a intenção deliberada de realizar um ato ilícito, para que se caracterize a improbidade administrativa. Os ministros, em uma decisão unânime, concordaram que essa exigência está em conformidade com a Constituição, mantendo um dos principais aspectos da reforma da lei aprovada pelo Congresso em 2021.

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Com essa decisão, foi reafirmado que erros administrativos, falhas de gestão ou condutas culposas, que não envolvem a intenção de cometer irregularidades, não são suficientes para configurar improbidade. Durante o julgamento, o ministro Alexandre de Moraes destacou que a figura do “corrupto culposo” é difícil de ser caracterizada e defendeu a manutenção da jurisprudência da Corte, que exige dolo para a responsabilização.

Essa atualização é um passo importante na definição dos critérios que regem a improbidade administrativa no país.

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Autor(a):

Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.

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