Tragédia em Shreveport: Atirador ataca e mata oito crianças em ato brutal

Tragédia em Shreveport: um ataque brutal deixa oito crianças mortas e abala a comunidade. Descubra os detalhes desse incidente chocante.

21/04/2026 20:01

3 min

Tragédia em Shreveport: Atirador ataca e mata oito crianças em ato brutal
(Imagem de reprodução da internet).

Tragédia em Shreveport: Atirador mata oito crianças em ataque

Após visitar um vizinho, Freddie Montgomery retornou para casa e avistou Shamar Elkins, de 31 anos, sentado na varanda de sua residência em Shreveport, Louisiana, na tarde de sábado, 18 de abril de 2026. Os dois se cumprimentaram com acenos enquanto crianças brincavam no quintal.

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No entanto, ao acordar na manhã seguinte, Montgomery se deparou com uma intensa presença policial na casa em frente. Ao questionar um policial sobre a gravidade da situação, recebeu a resposta de que se tratava de várias mortes, incluindo crianças.

Na madrugada de domingo, 19 de abril, Elkins disparou contra oito crianças, conforme informado pela polícia de Shreveport. Ele também feriu sua esposa, Shaneiqua Pugh, e Christina Snow, mãe de três de seus filhos. Durante o ataque, uma mulher, irmã de sua esposa, e uma menina de 12 anos tentaram escapar pulando do telhado.

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O prefeito Tom Arceneaux descreveu o incidente como uma das piores tragédias já vividas na cidade, que possui pouco mais de 180 mil habitantes.

Identificação das vítimas e impacto na comunidade

A vítima mais nova, Jayla Elkins, tinha apenas 3 anos. As outras crianças que perderam a vida são Shayla Elkins, 5; Kayla Pugh, 6; Layla Pugh, 7; Mar’Kaydon Pugh, 10; Sariah Snow, 11; Khedarrion Snow, 6; e Braylon Snow, 5, conforme o Gabinete do Médico Legista da Paróquia de Caddo.

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O número de mortes de crianças representa mais do que o dobro dos homicídios registrados em Shreveport e na Paróquia de Caddo neste ano, segundo as autoridades locais.

O ataque, que envolveu várias residências, deixou a comunidade em estado de choque. Arceneaux afirmou que a cena era “horrível” e que um tiroteio desse tipo “abala a cidade inteira”. Durante o tiroteio, algumas crianças tentaram escapar, e marcas de balas foram encontradas na porta dos fundos de uma das casas.

Detalhes do ataque e resposta policial

A primeira chamada para a polícia ocorreu pouco antes das 6h, quando uma pessoa no telhado de uma casa informou sobre disparos. A polícia chegou ao local às 6h01, e minutos depois, outra ligação relatou um tiroteio na Rua Harrison, onde uma mulher disse que seu namorado havia atirado nela e fugido com os filhos.

O suspeito foi identificado como Elkins.

Por volta das 6h15, Elkins, armado, roubou um carro e iniciou uma perseguição policial que terminou na Paróquia de Bossier. Ele foi atingido por disparos da polícia e declarado morto pouco depois das 7h. A investigação agora busca entender as motivações por trás do ataque, especialmente considerando que Elkins havia sido visto em um vídeo comemorando o Ano Novo com sua família.

Problemas de saúde mental e contexto familiar

Elkins havia enfrentado problemas de saúde mental, e sua esposa, Pugh, havia solicitado o divórcio devido a infidelidade. A situação familiar estava tensa, e relatos indicam que Elkins havia tentado tirar a própria vida em fevereiro. Ele servia na Guarda Nacional do Exército da Louisiana e havia recebido tratamento em um hospital para veteranos.

Na manhã de segunda-feira, 20 de abril, um memorial foi montado em frente à casa da família, com flores e bichos de pelúcia, enquanto moradores se reuniam para prestar condolências. A Fundação Love One Louisiana se comprometeu a ajudar com os funerais, e a vereadora Tabatha Taylor enfatizou a necessidade de melhor utilização dos recursos para lidar com problemas de saúde mental na comunidade.

Reflexões sobre a tragédia

Montgomery, que viu Elkins e as crianças horas antes do ataque, expressou sua incredulidade sobre o que ocorreu. Ele questionou que tipo de pai poderia cometer tal ato contra seus próprios filhos. A tragédia deixou uma marca profunda na comunidade, que agora busca entender e lidar com as consequências desse ato de violência.

Autor(a):

Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.

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