The New York Times elege as 100 melhores séries do século 21; ‘Breaking Bad’ lidera

Lista inclui produções recentes como ‘Ruptura’ e ‘Adolescência’ ao lado de clássicos como ‘The Office’ e ‘Arrested Development’.

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O The New York Times divulgou nesta sexta – feira (25) a lista completa das 100 melhores séries do século 21. Para chegar ao ranking, o jornal norte – americano consultou mais de 500 profissionais da indústria, entre diretores, atores e personalidades ao redor do mundo. Nomes como Elisabeth Moss, Adam Scott, Bryan Cranston, Rose Byrne, Colam Domingo e Jason Bateman contribuíram para a seleção.

O levantamento não se limitou a um único gênero ou país. A lista abrange desde dramas aclamados pela crítica até comédias cultuadas e produções de mistério que marcaram os últimos 25 anos. O resultado reflete a diversidade de vozes e estilos que definiram a era de ouro da televisão.

As dez primeiras colocadas

No topo da lista, “Breaking Bad” ( conquistou a primeira posição. A série estrelada por Bryan Cranston é considerada pelo jornal um marco na narrativa televisiva. Logo atrás, “The Wire” ( aparece na segunda colocação, seguida por “Mad Men” (, que fecha o pódio.

“Succession” ( garantiu o quarto lugar, enquanto a comédia dramática “Fleabag” ( ficou em quinto. A épica “Game of Thrones” ( aparece na sexta posição, e a série política “Veep” ( ocupa o sétimo lugar. Completam o top 10: “30 Rock” (, “Curb Your Enthusiasm” ( e “Atlanta” (.

Destaques e surpresas do ranking

A lista não se restringe apenas a sucessos recentes. Produções mais antigas, como “The Office – EUA” ( e “Arrested Development” (, marcam presença entre as 20 primeiras. Já séries como “Chernobyl” (2019), “The Crown” ( e “The White Lotus” (2021-) também aparecem em posições de destaque.

O ranking inclui ainda produções que estrearam recentemente e já conquistaram o público. “Ruptura” (2022-), “The Pitt” (2025-) e “Adolescência” (2020) são exemplos de títulos que entraram na lista mesmo com poucas temporadas. Outro nome que chama atenção é “The Comeback: O Retorno”, que, segundo o levantamento, tem previsão de exibição até 2026.

Variedade de gêneros e origens

O levantamento do The New York Times também valoriza séries de diferentes países e formatos. A britânica “Peep Show” ( e a francesa “The Bureau” ( estão entre as escolhidas. Reality shows como “RuPauls Drag Race” (2009-) e “The Great British Baking Show” ( também figuram na lista, ao lado de documentários como “Planeta Terra” (2006) e “Anthony Bourdain: Parts Unknown” (.

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Produções de mistério e suspense, como “True Detective” (2014-), “Mare of Easttown” (2021) e “The Night Of” (2016), também ganharam espaço. A lista ainda reserva lugar para séries que marcaram a cultura pop, como “Stranger Things” (, “Dexter” ( e “House” (.

As últimas posições e a diversidade de vozes

Nas posições finais, o ranking traz títulos que, embora menos badalados, são considerados essenciais. “Gilmore Girls” (, “Community” ( e “The OA” ( estão entre eles. A série “Escândalos: Os Bastidores do Poder” ( fecha a lista na centésima colocação.

O levantamento reforça a ideia de que o século 21 foi marcado por uma explosão criativa na televisão. Com mais de 500 especialistas consultados, o The New York Times conseguiu capturar um panorama amplo do que foi produzido de melhor, desde dramas densos até comédias leves, passando por ficção científica e reality shows.