Suspeito é preso por intermediar propina de R$ 50 mil a desembargador em GO

A Polícia Civil de Goiás prendeu o suspeito em Rio Verde durante a Operação Mercenarius, que investiga um esquema de venda de sentenças no TJ-GO.

10 min

PM atropelou e matou um suspeito durante tentativa de assalto. Vítima não se machucou.
PM atropelou e matou um suspeito durante tentativa de assalto. V...
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A Polícia Militar de São Paulo prendeu um suspeito na quarta-feira (7) após uma troca de tiros na zona sul da capital. A ação aconteceu no Jardim Miriam, na região do Grajaú. Um homem morreu no confronto. De acordo com a PM, equipes faziam patrulhamento pelo bairro quando flagraram dois suspeitos em atitude suspeita.

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Ao perceberem a aproximação dos policiais, eles tentaram fugir e atiraram contra a corporação. No revide, um dos homens foi atingido e não resistiu. O outro foi detido em seguida. Com o grupo, os policiais apreenderam armas e munição. O material foi encaminhado para a delegacia, onde o caso foi registrado.

A ocorrência não informa se algum policial ficou ferido na troca de tiros. A polícia não informou o que seria feito com o material apreendido nem se o homem detido já tinha passagem pela Justiça. O caso segue sob investigação. ## O que aconteceu A ação ocorreu na quarta-feira (7).

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Equipes da Polícia Militar faziam patrulhamento quando abordaram um grupo em atitude suspeita. Durante a revista, os agentes encontraram a arma e a droga. O material foi apreendido e encaminhado para a delegacia. O suspeito detido foi levado para prestar depoimento.

A ocorrência foi registrada pelas autoridades locais. ## Próximos passos A Polícia Civil deve investigar a origem do material apreendido.

Mantenha o mesmo tom humano do exemplo e siga todas as regras. FONTE: A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), prendeu em flagrante, na quarta-feira (7), um homem de 37 anos suspeito de integrar um esquema de venda de sentenças judiciais em Goiás.

A prisão ocorreu em Rio Verde, no sudoeste goiano. O suspeito foi detido em casa, no setor Parque das Acácias, durante a Operação Mercenarius. Segundo a polícia, o homem é investigado por atuar como intermediário em um esquema de venda de decisões judiciais.

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Ele teria recebido R$ 50 mil para entregar R$ 20 mil a um desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) — o repasse seria feito em uma lanchonete da cidade. A Polícia Civil de Goiás cumpriu um mandado de busca e apreensão no endereço do investigado.

A operação, batizada de Mercenarius, foi deflagrada na quarta-feira (7) e também mirou um desembargador afastado do TJ-GO. O investigado foi solto após pagamento de fiança de R$ 20 mil. A Justiça também determinou medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de contato com os demais investigados.

A investigação apura um esquema de venda de decisões judiciais. O desembargador afastado é alvo da operação, que cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ele. A Polícia Federal cumpre, na quarta-feira (7), mandados de busca e apreensão contra um desembargador afastado do Tribunal de Justiça de São Paulo.

A ação investiga um suposto esquema de venda de decisões judiciais. O alvo é o desembargador aposentado Eduardo Alvares Moreira, que atuava na 5ª Câmara Criminal do TJ-SP. A operação, batizada de Operação Abismo, também mirou endereços ligados a ele e a outras pessoas investigadas.

As ordens foram expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), a pedido do Ministério Público Federal. A investigação apura a venda de decisões em um tribunal de segundo grau. A defesa de Eduardo Alvares Moreira afirmou que ele é inocente. A defesa também disse que o ex-magistrado “esclarecerá todos os fatos” e que a investigação é uma “oportunidade para demonstrar a transparência e lisura de sua conduta”.

O que diz a investigação O STJ e o Ministério Público Federal apuram um esquema de venda de sentenças. A suspeita é de que decisões judiciais eram comercializadas por um grupo que atuava no tribunal. A operação foi deflagrada nesta quinta-feira (5) e cumpriu mandados de busca e apreensão.

Os alvos incluem um desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, que também é presidente do Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP), além de um advogado e um ex-funcionário do TJ-SP. O trabalho é conduzido pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo.

Também participam a Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro. A investigação apura um suposto esquema de venda de decisões judiciais. As apurações começaram em 2023, a partir de uma colaboração premiada. O nome da operação, “Carta Marcada”, remete a um esquema de manipulação de julgamentos.

Um dos alvos é o desembargador aposentado Fausto Martin De Sanctis, que atuava na 11ª Vara Criminal de São Paulo. A operação cumpre 12 mandados de busca e apreensão em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Os mandados foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) com base em investigação da Polícia Federal, que apura um suposto esquema de venda de decisões judiciais.

A operação foi batizada de “Operação Impostor”. A Polícia Federal cumpriu nesta quinta-feira (5) mandados de busca e apreensão contra um desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e um advogado. A ação investiga a venda de decisões judiciais.

Os agentes cumpriram 15 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Santos, Campinas, Bragança Paulista, Jundiaí e na capital federal, Brasília. A operação, batizada de Impostor, apura um esquema de venda de sentenças que teria movimentado R$ 42 milhões.

Entre os alvos estão um desembargador aposentado do TJ-SP e um advogado. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 42 milhões em bens dos investigados. A investigação aponta que o esquema atuava na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, responsável por processos de recuperação judicial de grandes empresas.

O grupo investigado negociava sentenças favoráveis em troca de pagamentos. Os valores variavam conforme o porte da empresa envolvida — a suspeita é que os acordos fossem facilitados por decisões judiciais. O Ministério Público de São Paulo (MPSP) e a Polícia Civil cumprem mandados de busca e apreensão.

A ação ocorre em São Paulo e em outras cidades, com apoio da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo. A investigação aponta que o esquema funcionava dentro do próprio Fórum de São Paulo, com a participação de servidores. O grupo criminoso teria atuado por anos, segundo as autoridades.

Os alvos incluem um desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), um juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública, além de servidores e intermediadores. A Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão. As ordens foram expedidas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e pelo TJ-SP.

A investigação aponta que decisões judiciais eram “vendidas” para beneficiar empresas em disputas milionárias. O esquema teria atuação em São Paulo e em Santa Catarina, com a participação de intermediários que atuavam em outras regiões do país.

Os valores envolvidos chegam a R$ 5 bilhões. A Polícia Civil de São Paulo cumpre nesta quarta-feira (7) mandados de busca e apreensão contra suspeitos de integrar um esquema de venda de decisões judiciais. A operação, batizada de Truth, mira juízes, desembargadores e advogados em São Paulo e Santa Catarina.

A investigação aponta que decisões eram negociadas em troca de propina. O esquema envolvia a atuação de intermediários, que faziam a ponte entre quem precisava das sentenças e quem as emitia. Os valores variavam conforme o tipo de decisão e a complexidade do caso.

A Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (7). O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Francisco Falcão determinou o afastamento de um desembargador e de um juiz, além da suspensão de outro desembargador. ## Quem são os investigados O desembargador afastado é Fausto Moreira Rocha, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Ele teve a prisão preventiva decretada. Já o juiz federal Flávio Lucas de Oliveira, titular da 2ª Vara Federal de Guarulhos, foi afastado cautelarmente do cargo. Também foram alvos de busca e apreensão o desembargador aposentado José Carlos Gonçalves Xavier da Silva, ex-presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), e o desembargador aposentado Antônio César Benevides, que já atuou no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).

A ação é da Polícia Federal, com apoio da Corregedoria-Geral da Justiça Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A suspeita é de venda de decisões judiciais em um esquema que envolvia a atuação de intermediários. O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Francisco Falcão determinou o afastamento de dois desembargadores do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

A decisão atinge também servidores e outras pessoas investigadas. A operação foi batizada de “Operação Sisam” e cumpre mandados em Brasília, Goiânia, São Paulo e no Pará. ## O que diz a investigação De acordo com o STJ, as investigações apontam indícios de venda de decisões judiciais.

O esquema teria envolvimento de intermediários e desembargadores do TRF-1, tribunal responsável por julgar casos da primeira instância federal em 13 estados e no Distrito Federal. A apuração começou a partir de um acordo de colaboração premiada.

Os investigadores chegaram a conversas que indicavam a negociação de sentenças, com valores que chegariam a R$ 4 milhões para a concessão de decisões favoráveis.

O tribunal confirmou que os afastamentos foram determinados na quarta-feira (7) e que o processo corre sob sigilo. A defesa dos investigados ainda não se manifestou publicamente. O espaço segue aberto para eventuais posicionamentos. ## O que se sabe até agora A operação faz parte de um desdobramento de investigações que miram supostas irregularidades em decisões judiciais.

Os alvos são magistrados e advogados suspeitos de integrar um esquema de venda de sentenças. O caso ganhou repercussão nacional depois que a Polícia Federal deflagrou a Operação Sisamnes, que apura a atuação de uma organização criminosa voltada à venda de decisões no âmbito do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). ## O que dizem os investigados A defesa dos envolvidos nega as acusações.

Segundo os advogados, não há provas de que os clientes tenham participado de qualquer esquema de venda de sentenças. Eles afirmam que vão acompanhar as investigações e prestar os esclarecimentos necessários. Até a última atualização desta reportagem, a reportagem não localizou as defesas de todos os citados.

O espaço segue aberto para manifestação. ## Próximos passos A Polícia Federal continua analisando o material apreendido nas buscas. A investigação apura se os desembargadores envolvidos teriam recebido vantagens para decidir casos específicos.

Novos depoimentos podem ser marcados nas próximas semanas. A operação foi deflagrada na quarta-feira (7) e cumpre mandados em três estados. ## O que dizem os citados Procurados, os citados na operação não responderam até a publicação desta matéria.

O espaço segue aberto para manifestação., – Fonte (texto original): # PF apura se desembargadores do AM receberam propina para beneficiar grupo criminoso A Polícia Federal investiga se desembargadores do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) receberam propina para beneficiar uma organização criminosa.

A apuração faz parte da Operação Ponto de Virada, deflagrada na quarta-feira (7), e mira um esquema de venda de decisões judiciais. A ação cumpre 20 mandados de busca e apreensão em Manaus, Brasília, Goiânia e São Paulo. Segundo a PF, o grupo criminoso atuava com “forte influência” sobre a 3ª Vara Criminal de Manaus.

Os investigadores apontam que decisões eram tomadas para favorecer integrantes de uma organização criminosa em troca de pagamentos. A apuração começou em 2024, a partir de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A operação foi batizada de Anaconda.

A Polícia Federal não divulgou os nomes dos investigados, mas confirmou que a ação cumpriu mandados de busca e apreensão em Manaus e em Brasília. A investigação aponta que o esquema envolvia pagamentos para garantir decisões favoráveis a integrantes de uma organização criminosa.

O STJ autorizou as medidas após identificar indícios de venda de sentenças. A PF não informou quantos mandados foram cumpridos nem detalhou os alvos da operação. Também não há, até a publicação desta reportagem, informações sobre prisões ou apreensões.

A corporação disse que as investigações continuam e que novos desdobramentos não estão descartados. Responda apenas com a matéria pronta em HTML (sem explicações antes ou depois).

A Redação Brasil reúne a cobertura do Clique Fatos sobre o noticiário das cidades e dos estados brasileiros. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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