Superlua de 24 de novembro cai de dia, mas ainda dá para ver: o segredo é esperar o nascer da Lua

Com a Lua cheia às 11h53 em Brasília, o satélite aparece no horizonte a partir das 18h41 no Rio e das 18h57 em São Paulo, a cerca de 361 mil km da Terra.

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Lua | Foto: Reprodução/Exame
Lua | Foto: Reprodução/Exame

O céu de novembro de 2026 terá uma superlua, uma chuva de meteoros e aproximações aparentes entre planetas. Ao longo do mês, as fases da Lua mudam a aparência do satélite, e a Lua cheia, em 24 de novembro, é um dos destaques.

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De acordo com o Observatório Naval dos Estados Unidos (USNO), o mês começa com o quarto minguante, em 1º de novembro, e tem Lua nova em 9, quarto crescente em 17 e nova Lua cheia em 24. Os horários mudam conforme o fuso, e isso faz diferença para quem mora longe de Brasília.

Quais são as datas das fases da Lua em novembro

As quatro principais fases do mês, considerando o horário de Brasília, são estas: quarto minguante em 1º de novembro, às 17h28; Lua nova em 9 de novembro, às 4h02; quarto crescente em 17 de novembro, às 8h47; e Lua cheia em 24 de novembro, às 11h53.

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No Acre, a Lua cheia ocorrerá às 9h53. Em Fernando de Noronha, o horário será 12h53.

Superlua e Lua cheia coincidem em 24 de novembro

A última fase do mês também será uma superlua, porque ocorrerá perto do perigeu, ponto da órbita em que a Lua fica mais próxima da Terra. Nesse dia, o satélite estará a aproximadamente 361 mil quilômetros do planeta. Em 25 de novembro, a distância cai para cerca de 359 mil quilômetros.

Essa proximidade faz a Lua parecer ligeiramente maior e mais brilhante. Como a fase cheia acontece durante o dia, o melhor momento para observá-la é após o pôr do Sol. Os horários previstos para o nascer da Lua nas capitais são estes: São Paulo, 18h57; Rio de Janeiro, 18h41; Recife, 17h33; Brasília, 18h44; e Porto Alegre, 19h34.

Perto do horizonte, a Lua também pode parecer maior por causa de uma ilusão de ótica. Ela ainda pode apresentar tons amarelados ou avermelhados, por influência da atmosfera.

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Regulus, Leônidas e planetas completam o calendário de novembro

Na madrugada de 3 de novembro, a Lua passará diante de Regulus, a estrela mais brilhante da constelação de Leão. Esse fenômeno, chamado ocultação, acontece quando um corpo celeste bloqueia temporariamente a visão de outro. Em São Paulo, a estrela deverá desaparecer atrás da Lua por volta das 4h43.

Em Brasília, o evento ocorre às 4h32; em Belo Horizonte, às 4h44; e em Curitiba, às 4h41.

A ocultação não será visível em todo o país. Em cidades como Recife, Fortaleza e Belém, Regulus não será encoberta.

A chuva de meteoros Leônidas tem pico na madrugada de 18 de novembro. Os rastros luminosos vêm de fragmentos deixados pelo cometa 55P/Tempel-Tuttle ao entrar na atmosfera terrestre. Em São Paulo, o período mais favorável começa por volta das 2h e segue até pouco antes do amanhecer. Não é preciso usar telescópios ou binóculos, basta procurar um local escuro, longe da iluminação artificial, e observar uma área ampla do céu.

Em 7 de novembro, a Lua minguante e Vênus aparecerão próximas, pouco antes do amanhecer, e a observação deve ser feita em direção ao horizonte leste. No dia 15, Marte e Júpiter também estarão aparentemente próximos e poderão ser vistos antes do nascer do Sol.

Em 20 de novembro, Mercúrio atingirá sua maior distância angular aparente em relação ao Sol, o que favorece a observação antes do amanhecer.

Já em 25 de novembro, Urano ficará em posição favorável e permanecerá acima do horizonte durante boa parte da noite. Como o brilho do planeta é fraco, binóculos ou telescópios facilitam a localização. A Lua quase cheia, porém, pode dificultar a visualização.

Por que a Lua muda de fase

A Lua não produz luz própria. O brilho observado da Terra corresponde à luz do Sol refletida em sua superfície. Conforme o satélite percorre a órbita, diferentes partes da metade iluminada ficam visíveis para quem olha do planeta.

Na Lua nova, a face iluminada está voltada, em sua maior parte, para o lado oposto à Terra, e o disco fica praticamente invisível. No quarto crescente, cerca de metade da superfície visível está iluminada. A área clara aumenta até a Lua cheia, quando quase todo o disco aparece.

Depois, ela diminui, passa pelo quarto minguante e chega ao início de um novo ciclo.

O intervalo entre duas luas novas consecutivas é a lunação, que dura, em média, cerca de 29,5 dias. O ciclo iniciado em 9 de novembro terminará em 8 de dezembro.

A Redação Variedades reúne a cobertura do Clique Fatos sobre horóscopo, comportamento e curiosidades. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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