STF proíbe novas verbas remuneratórias e exige transparência financeira em decisões

Decisão do STF sobre verbas remuneratórias
O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quarta-feira (6) a proibição da criação, implantação ou pagamento de novas verbas remuneratórias ou indenizatórias que não estejam de acordo com as regras estabelecidas pela Corte.
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Essa decisão se refere ao julgamento sobre os chamados “penduricalhos”.
Dino reiterou que ficam “absolutamente vedados” os pagamentos que não tenham autorização expressa na tese aprovada pelo Supremo, incluindo verbas que possam ter sido criadas após o julgamento realizado em março de 2026.
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Transparência nas informações financeiras
Além disso, o ministro ordenou que tribunais, Ministérios Públicos, defensorias públicas, tribunais de contas e advocacias públicas publiquem mensalmente, em seus sites, os valores recebidos por membros e servidores, com um detalhamento das rubricas pagas.
De acordo com Dino, os gestores poderão ser responsabilizados nas esferas penal, civil e administrativa caso não cumpram a decisão ou haja divergência entre os valores divulgados e os efetivamente pagos.
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Autor(a):
Marcos Oliveira
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.



