STF amplia condenação de Eduardo Bolsonaro por difamação contra Tabata Amaral

STF amplia condenação de Eduardo Bolsonaro por difamação contra Tabata Amaral. Votação virtual revela desdobramentos impactantes. Saiba mais!

22/04/2026 02:21

2 min

STF amplia condenação de Eduardo Bolsonaro por difamação contra Tabata Amaral
(Imagem de reprodução da internet).

STF Condena Eduardo Bolsonaro por Difamação contra Tabata Amaral

No dia 21 de fevereiro de 2026, o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) ampliou a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para 3 a 0 pelo crime de difamação contra a deputada Tabata Amaral (PSB-SP). Até o momento, os ministros Flávio Dino e Cármen Lúcia acompanharam o voto do relator, Alexandre de Moraes.

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O julgamento está sendo realizado de forma virtual, onde os ministros apenas registram seus votos, sem debates entre eles.

O ministro Moraes foi o primeiro a se manifestar na última sexta-feira (17), afirmando que Eduardo cometeu difamação ao divulgar informações que prejudicaram a reputação de Tabata. Em seu voto, ele estabeleceu uma pena de um ano de detenção em regime inicial aberto e uma multa correspondente a 39 dias-multa, com cada dia-multa avaliado em dois salários mínimos.

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Moraes destacou que a conduta de Eduardo imputou a Tabata um “fato ofensivo à sua reputação”, referindo-se à elaboração de um projeto de lei que beneficiaria indevidamente um terceiro interessado.

A ministra Cármen Lúcia seguiu integralmente o voto do relator, consolidando o placar inicial em dois votos a zero. O terceiro voto favorável foi dado pelo ministro Flávio Dino nesta terça-feira (21), elevando a contagem para três votos pela condenação.

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O julgamento ainda aguarda o voto de um quarto ministro, e a expectativa é que a decisão final ocorra até o dia 28 de fevereiro de 2026.

Conforme noticiado pela CNN, em 2021, Eduardo Bolsonaro havia acusado Tabata Amaral de favorecer o empresário Jorge Paulo Lemann com um projeto de lei que visava a distribuição de absorventes em espaços públicos. Ele afirmou que Tabata, criadora do PL dos absorventes, teve sua campanha financiada por Lemann, que é associado à empresa P&G, fabricante de absorventes.

A postagem ocorreu em outubro de 2021, onde Eduardo insinuou que a deputada estava mais interessada em atender aos interesses de Lemann do que em proporcionar um benefício real.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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