Sorgo vira matéria-prima de cerveja e ganha novo mercado no Brasil

A alta do sorgo no Brasil deve continuar em 2026, puxada pelo consumo interno e pela busca por proteína barata. A avaliação é da consultoria StoneX, que vê a cultura ganhando espaço mesmo com a disputa por área com o milho. Segundo o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Raphael Bulascoski, a tendência é que a produção de sorgo siga crescendo.
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Ele lembra que o cereal virou uma alternativa para produtores que buscam custo menor, principalmente em regiões onde a segunda safra enfrenta dificuldades climáticas. “O sorgo é uma cultura mais resiliente e com custo de produção mais baixo”, diz o especialista. “Em anos de seca, ele acaba sendo a opção mais viável para quem não consegue plantar milho.” ## O que explica a alta A demanda pelo sorgo também tem crescido no mercado interno.
Com o preço do milho em patamares elevados, a indústria de ração animal passou a usar o grão como alternativa. Isso ajudou a sustentar os preços pagos aos produtores. O avanço da produção, por sua vez, está ligado à expansão da área plantada.
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Produtores de várias regiões ampliaram o cultivo, atraídos pela rentabilidade e pela menor necessidade hídrica da cultura em comparação ao milho. A colheita deste ano deve reforçar a oferta. Segundo dados citados no levantamento, o volume colhido tende a crescer, o que pode pressionar as cotações no médio prazo. ## O que dizem os números Os números mostram um movimento de alta.
O levantamento aponta que o preço médio do sorgo subiu na comparação com o mesmo período do ano passado. A demanda pelo grão segue aquecida, puxada pelo consumo de ração animal. No mercado interno, a procura pelo cereal tem se mantido firme. Isso ajuda a sustentar os preços, mesmo com a expectativa de uma safra maior.
Já a soja, que costuma dividir espaço com o sorgo nas lavouras de segunda safra, tem comportamento diferente. O boletim traz os valores atualizados das duas culturas e explica os fatores que influenciam as cotações neste momento. ## O que dizem os números Os dados fazem parte de um levantamento divulgado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da EsalqUSP.
O monitoramento acompanha semanalmente os preços pagos aos produtores. No caso do sorgo, a referência usada é a praça de Campinas, no interior de São Paulo. Já o milho tem como base a região de CampinasSP, com os valores atualizados até a última parcial.
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Os números refletem o comportamento do mercado na semana. A movimentação dos preços considera a oferta e a demanda no período, segundo o levantamento. ## O que dizem os dados Os dados divulgados trazem a variação percentual dos preços em relação ao período anterior.
A comparação mostra se houve alta, queda ou estabilidade nos valores praticados. A metodologia de cálculo considera os preços médios recebidos pelos produtores, com base em levantamentos periódicos. As informações servem de referência para quem acompanha o dia a dia do agronegócio.
O levantamento é atualizado regularmente e reflete as condições de mercado na data de divulgação. Os percentuais indicam a diferença entre o período atual e o imediatamente anterior. ## O que dizem os números Os dados mostram a variação nos preços dos produtos analisados.
A comparação é feita com o período anterior, o que permite avaliar a tendência de curto prazo do mercado. A apuração considera os valores praticados na semana de referência. A divulgação segue o calendário habitual da instituição responsável pelo levantamento.
Para quem acompanha o setor, a leitura dos percentuais ajuda a identificar movimentos de alta ou queda nos preços. A metodologia é a mesma aplicada nas edições anteriores. ## Onde consultar os dados completos A relação completa com todos os itens monitorados e os percentuais de variação pode ser consultada no site da instituição que divulgou o levantamento.
O material também traz o comparativo com períodos anteriores. Os dados servem de referência para produtores, comerciantes e consumidores que acompanham a oscilação dos preços no dia a dia.
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Redação Economia
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