Série Lanterns estreia na HBO em 16 de agosto e abordará mistérios em 2016 e em 2026

A série Lanterns, ambientada no universo dos Lanternas Verdes, estreia na HBO em 16 de agosto e ocupará um posto inédito na linha do tempo do novo DCU. A produção é a primeira história cronológica do universo compartilhado e utilizará duas linhas temporais simultâneas para desenvolver sua narrativa.
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Estrutura Narrativa e Linhas Temporais
A trama principal da série é ambientada em 2016, dez anos antes do presente da narrativa. Neste arco, o personagem Hal Jordan investiga um tiroteio no estado de Nebraska ao lado de John Stewart, que é recém-integrado ao corpo dos Lanternas Verdes.
Paralelamente, a série também abordará o ano de 2026, onde um segundo mistério se desenrola. Chris Mundy, showrunner da série, confirmou que o enredo será composto por dois mistérios distintos.
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“Isso se torna um segundo mistério que sabemos estar à nossa frente”, afirmou Mundy em entrevista à Entertainment Weekly. “Então, eventualmente, dois mistérios diferentes são resolvidos ao longo da série.”
Visão Artística e Tom da Série
A abordagem da série gerou críticas iniciais nas redes sociais, devido ao tom neutro da fotografia e à aparente ausência de poderes sobrenaturais nos primeiros trailers.
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No entanto, Mundy defendeu a escolha estética, explicando que o objetivo era contar uma história realista, mesmo tratando de personagens com poderes cósmicos.
“Queríamos contar uma história realista, com alguns mistérios diferentes dentro dela. O que temos a nosso favor é que se trata de uma história dos Lanternas Verdes. Eles podem conjurar qualquer coisa com o anel”, explicou o showrunner.
Mundy complementou que a produção busca equilibrar a mitologia rica dos Lanternas Verdes com uma atmosfera de mistério sofisticado e emocionalmente envolvente.
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Autor(a):
Júlia Mendes
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.



