Secretário de Defesa dos EUA revela planos de bombardeios ao Irã; o que motivou a decisão?

O anúncio de Pete Hegseth levanta questões sobre as reais intenções dos EUA em relação ao Irã. Quais serão as consequências desses bombardeios planejados?

11/06/2026 04:11

2 min

Secretário de Defesa dos EUA revela planos de bombardeios ao Irã; o que motivou a decisão?
(Imagem de reprodução da internet).

Declarações do Secretário de Defesa sobre Ataques ao Irã

O secretário de Defesa, Pete Hegseth, anunciou nesta quarta-feira (10) que os Estados Unidos planejam bombardear “instalações-chave” no Irã em breve. Durante uma coletiva em frente ao quartel-general do Comando Central dos EUA em Tampa, Flórida, Hegseth afirmou: “O Comando Central estará ocupado esta noite porque o presidente Trump disse que atacaremos o Irã com força.

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O Irã tem a oportunidade de fechar um bom acordo, mas não estão dispostos a cumprir o que prometeram”.

Hegseth acrescentou que, ao invés de negociações superficiais, os EUA irão realizar ataques aéreos. “Eles estavam dando toques leves, mas agora terão bombas caindo em suas instalações-chave”, disse. O secretário enfatizou que a intenção não é reiniciar um conflito desnecessário, mas sim garantir que o Departamento de Defesa esteja preparado para definir os termos de um acordo que atenda às expectativas do presidente Trump.

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Novas Ameaças de Trump ao Irã

O presidente Trump também se manifestou, afirmando que o Exército americano realizará novos ataques contra o Irã ainda hoje. “Vamos atacá-los com muita força”, declarou Trump a repórteres na Casa Branca, referindo-se a ações no Estreito de Ormuz.

Ele confirmou que isso implica na retomada dos bombardeios e não descartou ataques a infraestrutura civil, como usinas de energia e pontes.

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Trump expressou frustração com a lentidão das negociações para encerrar a guerra, que, segundo ele, ainda estão em andamento. “Estou trabalhando com o Irã há vários meses. Eles deveriam assinar o acordo. É um bom acordo”, destacou, ressaltando que os iranianos já concordaram em não buscar armas nucleares. “Queremos um acordo que seja significativo, queremos um acordo que funcione”, concluiu o presidente.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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