Transferência de Sean Diddy Combs leva rapper da prisão de Fort Dix à FCI Allenwood
Sean “Diddy” Combs foi transferido nesta sexta-feira (16) do Instituto Correcional Federal de Fort Dix, em Nova Jersey, para a FCI Allenwood, na Pensilvânia. Um porta-voz do Departamento Penitenciário confirmou a mudança à revista People.
O rapper cumpria pena por acusações relacionadas à prostituição. A nova unidade é uma prisão de segurança mínima, assim como a anterior, segundo o porta-voz de Diddy.
Porta-voz diz que mudança considera a segurança
“Sua transferência de uma unidade de segurança mínima para outra é uma distinção importante e, embora não possamos falar sobre os motivos específicos do Departamento Penitenciário Federal para a mudança, ela está de acordo com uma decisão tomada pensando na segurança de todos”, afirmou o representante à imprensa.
“Somos gratos pela atenção dada ao seu bem-estar”, acrescentou o porta-voz.
A transferência ocorreu semanas depois de uma notícia da NBC afirmar que Combs estaria com contrabandos na prisão, incluindo celulares e bebidas alcoólicas, e receberia massagens de outros presos. Após a divulgação das informações, ele foi colocado em confinamento solitário.
A data prevista para a libertação também foi adiada e passou a ser 2 de março de 2028.
Departamento negou relato de briga na prisão
No último final de semana, uma fonte disse ao TMZ que Diddy teria brigado com um traficante de drogas condenado e sofrido um ferimento na cabeça. Inicialmente, o tabloide afirmou que ele teria tido um traumatismo craniano.
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Em 15 de outubro, um comunicado do Departamento Federal de Prisões negou que a briga entre o rapper e o traficante de drogas tivesse ocorrido. O órgão não divulgou mais detalhes, citando motivos de “privacidade, segurança e proteção”.
Combs foi condenado por duas acusações
Sean “Diddy” Combs foi condenado em Nova York a 4 anos e 2 meses de prisão por duas acusações de transporte para fins de prostituição. No julgamento, foi absolvido das acusações mais graves, entre elas tráfico sexual e extorsão mediante conspiração.
A defesa do empresário, que impulsionou carreiras de Mary J. Blige, Usher, The Notorious BI. G. e Cassie, recorre da decisão para tentar anular a sentença. Os advogados afirmam que as relações foram consensuais e que a pena aplicada foi desproporcional.
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