Santander rebaixa acessibilidade Salas VIP com gastos elevados

O mercado de cartões de crédito está passando por uma onda de ajustes nos benefícios premium: o acesso a salas VIP e outros serviços exclusivos passa a depender diretamente do volume gasto mensalmente pelos clientes.
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Especialistas apontam que essa mudança é tendência no setor financeiro brasileiro, forçando instituições bancárias — como visto em exemplos recentes— a buscar formas mais eficientes para equilibrar os custos operacionais dos programas de fidelidade associados aos produtos card.
Santander eleva exigências mínimas para uso das Salas VIP
No caso específico do Santander, as regras ficaram mais rigorosas. O direito ao acesso às salas VIP agora está condicionado não apenas à categoria do cartão, mas também ao quanto o cliente gasta nos últimos meses.
Para quem possui o Unique Card, por exemplo, será necessário comprovar um gasto mínimo de R 15 mil acumulado no período recente (últimos três meses). Já a manutenção desse benefício pelo Unlimited sobe significativamente: é preciso gastar até R 30 mil nesse mesmo prazo.
Essa tendência se estende para outros cartões premium; modelos como AAdvantage Black e Smiles Infinite seguem exigindo gastos na faixa dos R 15 mil em ordem mínima mensalizada. Os bancos utilizam essas regras mais rígidas buscando controlar os custos crescentes desses programas exclusivos.
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Ajustes nos benefícios entre as grandes bandeiras
Além do Santander, outras marcas de cartão também revisaram seus pacotes de vantagens. O card Aeternum alterou seu método de acesso a lounges parceiros: ele parou de oferecer o benefício via Lounge Key e passou utilizando exclusivamente o Visa Airport Companion.
No entanto, um ponto positivo para alguns clientes é que o direito ao uso das Bradesco Lounges permanece ilimitado na maioria dos casos analisados no mercado.
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O impacto financeiro da manutenção do luxo
Analistas apontam os motivos por trás dessas mudanças. O aumento nos custos de manter programas robustos e benefícios premium deve – se principalmente à maior utilização desses serviços pela clientela, somada também ao crescimento geral número de usuários.
Diante desse cenário inflacionário dos próprios privilégios cardiovasculares, bancos estão implementando estratégias para equilibrar suas finanças operacionais no setor bancário.
Isso inclui desde a elevação das anuidades — tarifa autorizada pelo sistema— até mesmo o estabelecimento de regras mais estritas sobre como é possível usufruir certos serviços do cartão em questão. A anuidade varia muito conforme se trata da categoria ou nível de benefício oferecido; os valores podem ir de cartões básicos sem custo algum até produtos premium com tarifas elevadas por conta dessas vantagens exclusivas.
Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.



