Sanções americanas agravam crise em Cuba: ONU alerta sobre ‘privação energética’

Nova crise em Cuba: sanções americanas agravam situação! ONU alerta para “privação energética” e impactos nos direitos humanos. Sherritt sai de Cuba!

15/05/2026 08:49

2 min

Sanções americanas agravam crise em Cuba: ONU alerta sobre ‘privação energética’
(Imagem de reprodução da internet).

Nova Rodada de Sanções Americanas Aumenta a Crise em Cuba

Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) alertaram nesta quinta-feira (7) sobre as graves consequências do bloqueio imposto pelos Estados Unidos a Cuba, classificando-o como uma “privação energética” com impactos significativos nos direitos humanos e no desenvolvimento da ilha.

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A situação se agrava com novas sanções anunciadas por Washington, que visa intensificar a pressão sobre o governo cubano.

Sanções Contra Empresas Chave

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos implementou novas restrições contra entidades econômicas cubanas, incluindo a empresa mista Sherritt, que possui participação da mineradora canadense. Em resposta, a Sherritt anunciou sua saída de Cuba.

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Paralelamente, novas sanções foram direcionadas à Gaesa, o conglomerado empresarial controlado pelas Forças Armadas cubanas, já sujeito a restrições anteriores. Essas medidas foram motivadas por um decreto do presidente Donald Trump, que visa impor sanções a bancos estrangeiros que realizarem transações com setores da economia cubana.

Críticas da ONU e Impacto na Ilha

A ONU enfatizou que o bloqueio petrolífero, iniciado em janeiro, está paralisando a economia cubana, afetando a população de 9,6 milhões de habitantes. As atividades da ilha estão praticamente interrompidas, com consequências diretas na vida cotidiana da população.

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Especialistas da ONU apontam que a situação representa uma “privação energética” com graves implicações para os direitos humanos, incluindo acesso à saúde, educação e saneamento básico.

Preocupações com o Sistema de Saúde

Os especialistas destacaram que o sistema de saúde cubano enfrenta um atraso de mais de 96 mil intervenções cirúrgicas pendentes, incluindo 11 mil realizadas em menores. Além disso, o programa nacional de vacinação também sofreu atrasos, afetando milhares de lactentes.

A falta de energia, segundo a ONU, atenta contra os direitos fundamentais da população cubana.

Reclamações e Solicitações de Esclarecimentos

Os especialistas em direitos humanos comunicaram formalmente suas preocupações ao governo dos Estados Unidos e solicitaram esclarecimentos sobre a legalidade e os fundamentos do decreto presidencial. Eles argumentam que a utilização da privação de energia como ferramenta de coerção é incompatível com as normas internacionais de direitos humanos.

A situação continua tensa, com a expectativa de novas medidas punitivas por parte de Washington.

Autor(a):

Ambientalista desde sempre, Bianca Lemos se dedica a reportagens que inspiram mudanças e conscientizam sobre as questões ambientais. Com uma abordagem sensível e dados bem fundamentados, seus textos chamam a atenção para a urgência do cuidado com o planeta.

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