Rússia e EUA Divergem na ONU Sobre Oriente Médio: Crise no CCG!

ONU divide opiniões sobre Oriente Médio! Resolução controversa critica ataques do Irã e gera choque entre Rússia e EUA. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Resolução da ONU sobre o Oriente Médio Divide Conselhos de Segurança

Em 11 de março de 2026, a Organização das Nações Unidas (ONU) promoveu uma votação controversa sobre o Oriente Médio. Um projeto de resolução, proposto pelo governo russo, solicitava um cessar-fogo imediato na região. O resultado da votação foi de grande divisão, com o apoio de Rússia, China, Paquistão e Somália, e oposição dos Estados Unidos e da Letônia.

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Oitenta e nove países se absteram da votação.

O representante russo na ONU expressou profunda decepção com o resultado, afirmando que muitos membros do Conselho de Segurança não demonstraram a força e a sabedoria necessárias para aprovar a proposta. O embaixador chinês na ONU também manifestou descontentamento, lamentando a falta de adoção do projeto e enfatizando a importância do retorno às negociações diplomáticas.

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Por outro lado, o representante dos Estados Unidos na ONU criticou a Rússia, sugerindo que a federação russa sabia da falta de apoio para sua resolução e a apresentou mesmo assim. Ele argumentou que a Rússia estava protegendo seu parceiro, o Irã, e rejeitou a acusação de que as ações dos EUA eram comparáveis à brutalidade do Irã em seus ataques.

Aprovação de Resolução Condena Ataques Irânios

Na mesma quarta-feira, 11 de março, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma segunda resolução, condenando os ataques iranianos contra os países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) e contra a Jordânia. A resolução exige que o Irã cesse imediatamente esses ataques, classificando-os como uma violação do direito internacional e uma ameaça à segurança global.

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A proposta, apresentada pelo Bahrein, foi aprovada por 13 votos a favor e 2 abstenções. O representante do Irã na ONU expressou forte descontentamento com a resolução, considerando-a injusta, ilegal e incompatível com a Carta das Nações Unidas e o direito internacional, citando seu país como a principal vítima de um ato de agressão.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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