Rubio celebra recuperação da Venezuela e prevê nova fase para o país

Rubio prevê: Recuperação da Venezuela abre caminho para interesses EUA! Secretário de Estado, aliado do Partido Republicano, destaca oportunidades após captura de Maduro. Eleita em abril de 2026, a situação na Venezuela se torna foco da política externa dos EUA

Rubio Enfatiza Benefícios da Recuperação da Venezuela para os EUA

O secretário de Estado dos Estados Unidos, filiado ao Partido Republicano, declarou nesta terça-feira, 1º de abril de 2026, que o avanço da recuperação da Venezuela representa uma oportunidade para os Estados Unidos. Em entrevista ao programa Hannity, da Fox News, ele previu uma “fase de transição” no país sul-americano, antecedendo a realização de “eleições livres e justas”.

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A declaração reflete a percepção de que a retomada econômica venezuelana pode abrir espaço para interesses estratégicos americanos na região.

Rubio já havia sinalizado, em outras ocasiões, que a etapa de recuperação econômica do país poderia impulsionar a influência dos EUA. A fala ocorre quase três meses após a operação realizada pelos Estados Unidos na Venezuela em janeiro, que culminou na captura do então presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda).

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A ação, autorizada pelo presidente republicano, gerou críticas do Escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas, que levantou preocupações sobre uma possível violação do direito internacional.

Após a ação, a então vice-presidente Delcy Rodríguez (PSUV, esquerda) assumiu a presidência, sob supervisão de Washington. Rubio argumentou que a estratégia dos EUA para a Venezuela envolve uma fase de “recuperação”, com a participação de empresas do Ocidente, o que, na prática, traria benefícios econômicos e maior influência norte-americana durante esse período.

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A situação na Venezuela se tornou um ponto central na política externa dos Estados Unidos.

Além da Venezuela, o secretário também abordou a situação de Cuba, defendendo a necessidade de “reformas econômicas e reformas políticas”. Rubio enfatizou que “não se pode consertar a economia deles sem mudar o sistema de governo”. Nos últimos meses, os Estados Unidos intensificaram a pressão sobre Cuba, suspendendo o envio de petróleo venezuelano e incentivando outros países a adotarem medidas semelhantes.

Essa pressão tem agravado a crise energética cubana, que enfrenta apagões frequentes e problemas no sistema de saúde.