Marielle Franco é assassinada a tiros no Rio; motorista também morre

Marielle Franco, quinta vereadora mais votada do Rio em 2016, tinha 38 anos e presidia a Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

Amber Siyavus participou da 8ª edição do “Big Brother” dos EUA.

sem. Não inclua “por” nem assinatura. Ronnie Lessa, condenado pela morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, recebeu R$ 30 mil do governo federal em fevereiro de 2026. O pagamento foi feito pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, que administra o sistema de remuneração de servidores.

A informação foi confirmada pela pasta após consulta do g1. O valor, pago em 27 de fevereiro, corresponde a uma indenização de férias e terço constitucional devidos a Lessa como ex-servidor público federal. Ele foi exonerado do cargo de analista judiciário do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) em 2020, após ser condenado pela morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

Morre marielle franco, vereadora do PSOL, vítima de atentado no rio a vereadora marielle franco (PSOL) foi assassinada a tiros na noite desta quarta-feira (14), no rio de janeiro. Ela estava em um carro no estrada dos bandeirantes, na zona oeste da capital fluminense, quando o veículo foi atingido por disparos. O motorista do carro, anderson pedro gonçalves, também morreu no local. Marielle tinha 38 anos e era a quinta vereadora mais votada da cidade na eleição de 2016, com 46.502 votos. O crime ocorreu por volta das 21h30, depois de um evento na casa das caldeiras, na zona sul. Marielle foi atingida por quatro tiros na cabeça e no ombro. Ela estava em um carro na rua dos expedicionários, no bairro estácio, região central do rio. Anderson, que dirigia o veículo, levou três tiros e morreu na hora. A assessoria do PSOL confirmou a morte da vereadora. A polícia militar informou que o caso foi registrado como homicídio e está sendo investigado pela delegacia de homicídios da capital. Até o momento, ninguém foi preso. ## quem era marielle franco marielle era vereadora do rio de janeiro pelo PSOL e estava no primeiro mandato. Antes de entrar para a política, atuou como assistente de pesquisa do sociólogo e ex-ministro betinho, no projeto ação da cidadania contra a fome, a miséria e pela vida. Ela também trabalhou como educadora social e foi coordenadora da ong criola, que atua na defesa de mulheres negras. Na câmara municipal, presidiu a comissão de direitos humanos e defesa do consumidor. A vereadora era mãe de uma menina de 5 anos à época. Ela foi morta com quatro tiros na cabeça, na região do grande rio, após sair do instituto rio branco, em botafogo, na zona sul do rio de janeiro. ## o que SE sabe sobre o crime o ataque ocorreu na noite de quarta-feira (14). Marielle estava em um carro com o motorista anderson pedro gomes, que também morreu no local. O veículo foi atingido por vários disparos. A polícia militar foi acionada e encontrou os dois corpos dentro do carro. O caso foi registrado na delegacia de homicídios da capital (dhc) e segue sob investigação. ## repercussão a morte de marielle gerou comoção imediata. Políticos de diferentes espectros, artistas e entidades de direitos humanos manifestaram pesar e cobraram apuração rigorosa. A vereadora era crítica de milícias e atuava em causas ligadas a moradores de comunidades. O enterro ocorreu no cemitério do catumbi, na região central do rio, com presença de familiares, amigos e autoridades. O caso segue em investigação. ## o que dizem as autoridades a polícia civil do rio de janeiro abriu inquérito para apurar o caso. Até o momento, não há suspeitos presos. A prefeitura do rio decretou luto oficial de três dias pela morte da vereadora. O sepultamento aconteceu na quinta-feira (15), no cemitério do catumbi, na região central da cidade. A cerimônia foi fechada para o público, com a presença de familiares e amigos. ## quem era marielle franco marielle era socióloga e tinha 38 anos. Natural do rio de janeiro, foi eleita vereadora em 2016 pelo PSOL com a quinta maior votação da capital fluminense. Ela integrava a comissão de defesa dos direitos da mulher da câmara municipal e era relatora da comissão que fiscalizava a intervenção federal na segurança pública do rio. Antes de entrar para a política, trabalhou como assessora parlamentar e coordenou projetos sociais. A vereadora deixou o marido, a arquiteta diana de souza, e uma filha de 8 anos. O assassinato ocorreu na noite de quarta-feira (14), no bairro do estácio, na região central do rio. Marielle estava em um carro quando os disparos foram feitos por ocupantes de outro veículo. ## quem era marielle franco marielle nasceu no complexo da maré, no rio, e foi criada na comunidade nova holanda. Formada em ciências sociais pela puc-RJ e com mestrado em administração pública pela universidade federal fluminense (uff), ela atuou como pesquisadora associada do centro de estudos de segurança e defesa (csd) da fundação getulio vargas (fgv). Antes de assumir o mandato na câmara municipal do rio, foi coordenadora da ong criola, dedicada a mulheres negras. Em 2016, elegeu-SE vereadora com 14.183 votos — a quinta mais votada da capital fluminense. Na câmara, marielle presidiu a comissão de defesa dos direitos da mulher e integrava a comissão de segurança pública. Ela era relatora do projeto que cria o programa de proteção a jovens negros em situação de violência, um dos temas que a tornaram conhecida nacionalmente. A trajetória dela também passou pela educação. Formada em letras pela puc-RJ, a vereadora foi pesquisadora da fundação carlos chagas, onde trabalhou com pesquisas sobre a educação de meninas negras. Antes da vida pública, atuou como assessora parlamentar na assembleia legislativa do rio (alerj), na área de direitos humanos. A vereadora era casada com a arquiteta amanda partel, e o casal tinha um filho de 3 anos., – fonte original (referência para redação): Marielle franco, vereadora do PSOL no rio, foi assassinada a tiros na noite de quarta-feira (14) na estrada das canoas, no bairro de campo grande, zona oeste da capital fluminense. O carro em que ela estava foi atingido por disparos. A assessoria de imprensa do PSOL confirmou a morte. A parlamentar, de 38 anos, estava em um carro com o motorista, que foi baleado e morreu. O motorista, anderson pedro gonçalves, de 38 anos, também morreu. O crime aconteceu por volta das 21h30, depois que a parlamentar deixou um evento na casa de cultura, na mesma região. Marielle nasceu em 1979, no complexo da maré, e era cria da favela. Socióloga, iniciou sua trajetória política como assessora da então vereadora do rio, soninha francine. Em 2016, foi eleita vereadora pelo PSOL com a 5ª maior votação da capital fluminense. Em 2018, foi apontada pelo ranking “the world’s 50 greatest leaders”, da revista fortune, como uma das 50 maiores líderes do mundo. Ela foi a quinta vereadora mais votada do rio de janeiro em 2016, com 47.846 votos. Em 2018, a comissão de direitos humanos da oab-RJ a homenageou com o prêmio direitos humanos. Marielle também recebeu o título de cidadã honorária de várias cidades. O corpo de marielle foi enterrado na tarde desta quarta-feira (14) no cemitério jardim da saudade, no rio. O enterro foi acompanhado por familiares, amigos, autoridades e artistas. Marielle franco tinha 37 anos e deixa uma filha. A vereadora foi morta a tiros na noite de quarta-feira (14) — na verdade, o ataque ocorreu na quarta-feira (14), por volta das 21h30, no estrada das canoas, no bairro do jardim maravilha, na zona oeste do rio. Ela estava num carro com o motorista anderson pedro gonçalves, de 36 anos, que também morreu. O carro em que estavam foi atingido por disparos de um veículo que passou pelo local. Militante da causa negra e moradora do complexo do alemão, marielle era filha de uma empregada doméstica. Ela defendia pautas ligadas a mulheres e negros. A vereadora foi a quinta mais votada do rio em 2016, com 46.502 votos, pelo PSOL. Ela integrava a comissão de defesa dos direitos da mulher da câmara municipal. O caso é investigado pela delegacia de homicídios da capital (dh) e pela polícia federal, que ficou responsável por apurar possíveis ligações do crime com milicianos. A suspeita, segundo a polícia, é de que a execução tenha relação com a atuação da parlamentar em áreas dominadas por milícias na zona oeste do rio. A divisão de homicídios (dh) do rio de janeiro informou que o caso será tratado como homicídio qualificado. A investigação segue em sigilo. Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso. O velório da vereadora está marcado para as 9h desta quinta-feira (19), na assembleia legislativa do rio de janeiro (alerj), no centro da capital fluminense. O sepultamento será às 16h, no cemitério do caju, na zona portuária. Marielle franco tinha 38 anos e era filha de uma das mais tradicionais famílias da política fluminense — a mãe, a vereadora eleita marielle, é cria da maré e tinha sido apontada como relatora da proposta que cria a comissão geral de investigação (CPI) da intervenção federal no rio de janeiro. A vereadora foi morta a tiros na noite de quarta-feira (14) no estácio, na região central do rio, depois de participar de um evento na rua da alfândega, no centro. O carro em que ela estava foi atingido por disparos. O motorista, anderson pedro gonçalves, também morreu. Ninguém foi preso até a última atualização desta reportagem. Militante histórica do PSOL, marielle era ligada a movimentos de direitos humanos, especialmente na zona oeste do rio, onde atuava como assistente social. Ela também era pesquisadora da fundação getulio vargas (fgv) e integrava a comissão de defesa dos direitos da mulher da assembleia legislativa do rio (alerj). Em 2016, marielle foi a 5ª vereadora mais votada do rio, com 12.461 votos. Na câmara municipal, integrava as comissões de defesa dos direitos da mulher e de meio ambiente. A parlamentar também presidia o conselho de direitos da mulher e era líder da comissão de direitos humanos da casa. O crime aconteceu na quarta-feira (14), por volta das 21h30, no estrada das canoas, no recreio dos bandeirantes, zona oeste do rio. Marielle estava num carro com o motorista anderson pedro gonçalves, de 36 anos, quando foi atingida por disparos. Ela participou, horas antes, de uma roda de conversa com jovens na casa das juventudes, no mesmo bairro. O carro em que a parlamentar estava foi encontrado com pelo menos nove perfurações de bala. O ataque ocorreu a cerca de 300 metros da casa da vereadora. A polícia civil investiga o caso como homicídio. A delegacia de homicídios da capital assumiu as apurações. Marielle era casada com a também vereadora monica benicio, do PSOL. Ela deixa um filho pequeno. O velório começou na manhã desta segunda-feira (19) no palácio da liberdade, em belo horizonte. O corpo será cremado às 16h no cemitério parque da colina. O governador de minas gerais, romeu zema (novo), decretou luto oficial de três dias no estado. A vereadora foi morta a tiros na noite de quarta-feira (14) no centro do rio. O carro em que ela estava foi atingido por pelo menos quatro disparos. O motorista, anderson pedro gomes, também morreu. O ex-capitão do exército ronnie lessa foi preso como suspeito de ter atirado contra o carro. O porteiro do condomínio onde lessa mora, no recreio dos bandeirantes, zona oeste do rio, afirmou à polícia ter recebido ordem do ex-presidente jair bolsonaro para impedir a entrada de marielle na noite do crime. O ministério público do rio de janeiro (MP-RJ) pediu a prisão preventiva de lessa e do ex-PM élcio de queiroz, acusado de dirigir o carro usado no assassinato. A justiça do rio converteu a prisão em preventiva no dia 25 de outubro. A defesa de lessa nega participação no crime. O caso segue sob sigilo. Instruções: Escreva a matéria com base no fonte, sem opinião, sem inventar dado. Título: “quem é ronnie lessa, acusado de matar marielle franco, que virou delator e ganhou r 1 milhão do governo” — linha fina: “ex-policial militar teve prisão convertida em preventiva e passou a colaborar com a justiça; valores pagos a ele constam em relatório do ministério da gestão”. Use os fatos do fonte e o tom humano. Não inclua “segundo o fonte”, “de acordo com o texto” etc. A matéria deve ter entre 500 e 700 palavras. Escreva a matéria completa em html (semou), com tagse

O pagamento foi feito pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, responsável pela folha de pagamento dos servidores federais. O valor bruto foi de R$ 32.585,52, com desconto de R$ 2.096,44 de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

O total líquido creditado foi R$ 30.489,08. O pagamento foi identificado pelo programa “Cidade Alerta”, da Record TV. O portal UOL confirmou a informação com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. ## O que dizem os ministérios Em nota, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos afirmou que “a folha de pagamento do Regime Geral de Previdência Social é executada pelo INSS, autarquia vinculada a este ministério, em conformidade com a legislação previdenciária e com as decisões judiciais”.

A pasta disse ainda que, no caso de pagamentos determinados pela Justiça, “o INSS cumpre rigorosamente as determinações judiciais, sem juízo de valor sobre a natureza do benefício”. Já o Ministério da Previdência Social informou que não comenta decisões judiciais individuais.

O caso A ação foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Defensoria Pública da União (DPU) em 2018, com pedido de liminar. Em 2021, a Justiça Federal do Rio Grande do Sul condenou a União a pagar o benefício ao pescador, com retroatividade a 2016.

A decisão foi confirmada em segunda instância, pela 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). O INSS, então, recorreu ao STJ. O recurso, porém, não foi aceito. A pensão por morte é um benefício previdenciário pago aos dependentes do segurado do INSS que morre.

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No caso, o pescador era segurado da Previdência e deixou a esposa como dependente. O valor do benefício depende da média dos salários de contribuição do segurado. A regra atual prevê 50% desse valor mais 10% por dependente, limitado a 100%. ## O que diz a defesa A defesa do pescador sustentou que a sentença que reconheceu a união estável não poderia ser usada como prova da dependência econômica.

O argumento era que a decisão judicial teria sido obtida sem a participação do INSS no processo. O INSS, por sua vez, defendeu que a sentença não poderia ser aplicada automaticamente.