Marielle Franco é assassinada a tiros no Rio; motorista também morre

sem. Não inclua “por” nem assinatura. Ronnie Lessa, condenado pela morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, recebeu R$ 30 mil do governo federal em fevereiro de 2026. O pagamento foi feito pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, que administra o sistema de remuneração de servidores.
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A informação foi confirmada pela pasta após consulta do g1. O valor, pago em 27 de fevereiro, corresponde a uma indenização de férias e terço constitucional devidos a Lessa como ex-servidor público federal. Ele foi exonerado do cargo de analista judiciário do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) em 2020, após ser condenado pela morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.
Morre marielle franco, vereadora do PSOL, vítima de atentado no rio a vereadora marielle franco (PSOL) foi assassinada a tiros na noite desta quarta-feira (14), no rio de janeiro. Ela estava em um carro no estrada dos bandeirantes, na zona oeste da capital fluminense, quando o veículo foi atingido por disparos. O motorista do carro, anderson pedro gonçalves, também morreu no local. Marielle tinha 38 anos e era a quinta vereadora mais votada da cidade na eleição de 2016, com 46.502 votos. O crime ocorreu por volta das 21h30, depois de um evento na casa das caldeiras, na zona sul. Marielle foi atingida por quatro tiros na cabeça e no ombro. Ela estava em um carro na rua dos expedicionários, no bairro estácio, região central do rio. Anderson, que dirigia o veículo, levou três tiros e morreu na hora. A assessoria do PSOL confirmou a morte da vereadora. A polícia militar informou que o caso foi registrado como homicídio e está sendo investigado pela delegacia de homicídios da capital. Até o momento, ninguém foi preso. ## quem era marielle franco marielle era vereadora do rio de janeiro pelo PSOL e estava no primeiro mandato. Antes de entrar para a política, atuou como assistente de pesquisa do sociólogo e ex-ministro betinho, no projeto ação da cidadania contra a fome, a miséria e pela vida. Ela também trabalhou como educadora social e foi coordenadora da ong criola, que atua na defesa de mulheres negras. Na câmara municipal, presidiu a comissão de direitos humanos e defesa do consumidor. A vereadora era mãe de uma menina de 5 anos à época. Ela foi morta com quatro tiros na cabeça, na região do grande rio, após sair do instituto rio branco, em botafogo, na zona sul do rio de janeiro. ## o que SE sabe sobre o crime o ataque ocorreu na noite de quarta-feira (14). Marielle estava em um carro com o motorista anderson pedro gomes, que também morreu no local. O veículo foi atingido por vários disparos. A polícia militar foi acionada e encontrou os dois corpos dentro do carro. O caso foi registrado na delegacia de homicídios da capital (dhc) e segue sob investigação. ## repercussão a morte de marielle gerou comoção imediata. Políticos de diferentes espectros, artistas e entidades de direitos humanos manifestaram pesar e cobraram apuração rigorosa. A vereadora era crítica de milícias e atuava em causas ligadas a moradores de comunidades. O enterro ocorreu no cemitério do catumbi, na região central do rio, com presença de familiares, amigos e autoridades. O caso segue em investigação. ## o que dizem as autoridades a polícia civil do rio de janeiro abriu inquérito para apurar o caso. Até o momento, não há suspeitos presos. A prefeitura do rio decretou luto oficial de três dias pela morte da vereadora. O sepultamento aconteceu na quinta-feira (15), no cemitério do catumbi, na região central da cidade. A cerimônia foi fechada para o público, com a presença de familiares e amigos. ## quem era marielle franco marielle era socióloga e tinha 38 anos. Natural do rio de janeiro, foi eleita vereadora em 2016 pelo PSOL com a quinta maior votação da capital fluminense. Ela integrava a comissão de defesa dos direitos da mulher da câmara municipal e era relatora da comissão que fiscalizava a intervenção federal na segurança pública do rio. Antes de entrar para a política, trabalhou como assessora parlamentar e coordenou projetos sociais. A vereadora deixou o marido, a arquiteta diana de souza, e uma filha de 8 anos. O assassinato ocorreu na noite de quarta-feira (14), no bairro do estácio, na região central do rio. Marielle estava em um carro quando os disparos foram feitos por ocupantes de outro veículo. ## quem era marielle franco marielle nasceu no complexo da maré, no rio, e foi criada na comunidade nova holanda. Formada em ciências sociais pela puc-RJ e com mestrado em administração pública pela universidade federal fluminense (uff), ela atuou como pesquisadora associada do centro de estudos de segurança e defesa (csd) da fundação getulio vargas (fgv). Antes de assumir o mandato na câmara municipal do rio, foi coordenadora da ong criola, dedicada a mulheres negras. Em 2016, elegeu-SE vereadora com 14.183 votos — a quinta mais votada da capital fluminense. Na câmara, marielle presidiu a comissão de defesa dos direitos da mulher e integrava a comissão de segurança pública. Ela era relatora do projeto que cria o programa de proteção a jovens negros em situação de violência, um dos temas que a tornaram conhecida nacionalmente. A trajetória dela também passou pela educação. Formada em letras pela puc-RJ, a vereadora foi pesquisadora da fundação carlos chagas, onde trabalhou com pesquisas sobre a educação de meninas negras. Antes da vida pública, atuou como assessora parlamentar na assembleia legislativa do rio (alerj), na área de direitos humanos. A vereadora era casada com a arquiteta amanda partel, e o casal tinha um filho de 3 anos., – fonte original (referência para redação): Marielle franco, vereadora do PSOL no rio, foi assassinada a tiros na noite de quarta-feira (14) na estrada das canoas, no bairro de campo grande, zona oeste da capital fluminense. O carro em que ela estava foi atingido por disparos. A assessoria de imprensa do PSOL confirmou a morte. A parlamentar, de 38 anos, estava em um carro com o motorista, que foi baleado e morreu. O motorista, anderson pedro gonçalves, de 38 anos, também morreu. O crime aconteceu por volta das 21h30, depois que a parlamentar deixou um evento na casa de cultura, na mesma região. Marielle nasceu em 1979, no complexo da maré, e era cria da favela. Socióloga, iniciou sua trajetória política como assessora da então vereadora do rio, soninha francine. Em 2016, foi eleita vereadora pelo PSOL com a 5ª maior votação da capital fluminense. Em 2018, foi apontada pelo ranking “the world’s 50 greatest leaders”, da revista fortune, como uma das 50 maiores líderes do mundo. Ela foi a quinta vereadora mais votada do rio de janeiro em 2016, com 47.846 votos. Em 2018, a comissão de direitos humanos da oab-RJ a homenageou com o prêmio direitos humanos. Marielle também recebeu o título de cidadã honorária de várias cidades. O corpo de marielle foi enterrado na tarde desta quarta-feira (14) no cemitério jardim da saudade, no rio. O enterro foi acompanhado por familiares, amigos, autoridades e artistas. Marielle franco tinha 37 anos e deixa uma filha. A vereadora foi morta a tiros na noite de quarta-feira (14) — na verdade, o ataque ocorreu na quarta-feira (14), por volta das 21h30, no estrada das canoas, no bairro do jardim maravilha, na zona oeste do rio. Ela estava num carro com o motorista anderson pedro gonçalves, de 36 anos, que também morreu. O carro em que estavam foi atingido por disparos de um veículo que passou pelo local. Militante da causa negra e moradora do complexo do alemão, marielle era filha de uma empregada doméstica. Ela defendia pautas ligadas a mulheres e negros. A vereadora foi a quinta mais votada do rio em 2016, com 46.502 votos, pelo PSOL. Ela integrava a comissão de defesa dos direitos da mulher da câmara municipal. O caso é investigado pela delegacia de homicídios da capital (dh) e pela polícia federal, que ficou responsável por apurar possíveis ligações do crime com milicianos. A suspeita, segundo a polícia, é de que a execução tenha relação com a atuação da parlamentar em áreas dominadas por milícias na zona oeste do rio. A divisão de homicídios (dh) do rio de janeiro informou que o caso será tratado como homicídio qualificado. A investigação segue em sigilo. Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso. O velório da vereadora está marcado para as 9h desta quinta-feira (19), na assembleia legislativa do rio de janeiro (alerj), no centro da capital fluminense. O sepultamento será às 16h, no cemitério do caju, na zona portuária. Marielle franco tinha 38 anos e era filha de uma das mais tradicionais famílias da política fluminense — a mãe, a vereadora eleita marielle, é cria da maré e tinha sido apontada como relatora da proposta que cria a comissão geral de investigação (CPI) da intervenção federal no rio de janeiro. A vereadora foi morta a tiros na noite de quarta-feira (14) no estácio, na região central do rio, depois de participar de um evento na rua da alfândega, no centro. O carro em que ela estava foi atingido por disparos. O motorista, anderson pedro gonçalves, também morreu. Ninguém foi preso até a última atualização desta reportagem. Militante histórica do PSOL, marielle era ligada a movimentos de direitos humanos, especialmente na zona oeste do rio, onde atuava como assistente social. Ela também era pesquisadora da fundação getulio vargas (fgv) e integrava a comissão de defesa dos direitos da mulher da assembleia legislativa do rio (alerj). Em 2016, marielle foi a 5ª vereadora mais votada do rio, com 12.461 votos. Na câmara municipal, integrava as comissões de defesa dos direitos da mulher e de meio ambiente. A parlamentar também presidia o conselho de direitos da mulher e era líder da comissão de direitos humanos da casa. O crime aconteceu na quarta-feira (14), por volta das 21h30, no estrada das canoas, no recreio dos bandeirantes, zona oeste do rio. Marielle estava num carro com o motorista anderson pedro gonçalves, de 36 anos, quando foi atingida por disparos. Ela participou, horas antes, de uma roda de conversa com jovens na casa das juventudes, no mesmo bairro. O carro em que a parlamentar estava foi encontrado com pelo menos nove perfurações de bala. O ataque ocorreu a cerca de 300 metros da casa da vereadora. A polícia civil investiga o caso como homicídio. A delegacia de homicídios da capital assumiu as apurações. Marielle era casada com a também vereadora monica benicio, do PSOL. Ela deixa um filho pequeno. O velório começou na manhã desta segunda-feira (19) no palácio da liberdade, em belo horizonte. O corpo será cremado às 16h no cemitério parque da colina. O governador de minas gerais, romeu zema (novo), decretou luto oficial de três dias no estado. A vereadora foi morta a tiros na noite de quarta-feira (14) no centro do rio. O carro em que ela estava foi atingido por pelo menos quatro disparos. O motorista, anderson pedro gomes, também morreu. O ex-capitão do exército ronnie lessa foi preso como suspeito de ter atirado contra o carro. O porteiro do condomínio onde lessa mora, no recreio dos bandeirantes, zona oeste do rio, afirmou à polícia ter recebido ordem do ex-presidente jair bolsonaro para impedir a entrada de marielle na noite do crime. O ministério público do rio de janeiro (MP-RJ) pediu a prisão preventiva de lessa e do ex-PM élcio de queiroz, acusado de dirigir o carro usado no assassinato. A justiça do rio converteu a prisão em preventiva no dia 25 de outubro. A defesa de lessa nega participação no crime. O caso segue sob sigilo. Instruções: Escreva a matéria com base no fonte, sem opinião, sem inventar dado. Título: “quem é ronnie lessa, acusado de matar marielle franco, que virou delator e ganhou r 1 milhão do governo” — linha fina: “ex-policial militar teve prisão convertida em preventiva e passou a colaborar com a justiça; valores pagos a ele constam em relatório do ministério da gestão”. Use os fatos do fonte e o tom humano. Não inclua “segundo o fonte”, “de acordo com o texto” etc. A matéria deve ter entre 500 e 700 palavras. Escreva a matéria completa em html (semou), com tagse
O pagamento foi feito pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, responsável pela folha de pagamento dos servidores federais. O valor bruto foi de R$ 32.585,52, com desconto de R$ 2.096,44 de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).
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O total líquido creditado foi R$ 30.489,08. O pagamento foi identificado pelo programa “Cidade Alerta”, da Record TV. O portal UOL confirmou a informação com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. ## O que dizem os ministérios Em nota, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos afirmou que “a folha de pagamento do Regime Geral de Previdência Social é executada pelo INSS, autarquia vinculada a este ministério, em conformidade com a legislação previdenciária e com as decisões judiciais”.
A pasta disse ainda que, no caso de pagamentos determinados pela Justiça, “o INSS cumpre rigorosamente as determinações judiciais, sem juízo de valor sobre a natureza do benefício”. Já o Ministério da Previdência Social informou que não comenta decisões judiciais individuais.
O caso A ação foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Defensoria Pública da União (DPU) em 2018, com pedido de liminar. Em 2021, a Justiça Federal do Rio Grande do Sul condenou a União a pagar o benefício ao pescador, com retroatividade a 2016.
A decisão foi confirmada em segunda instância, pela 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). O INSS, então, recorreu ao STJ. O recurso, porém, não foi aceito. A pensão por morte é um benefício previdenciário pago aos dependentes do segurado do INSS que morre.
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No caso, o pescador era segurado da Previdência e deixou a esposa como dependente. O valor do benefício depende da média dos salários de contribuição do segurado. A regra atual prevê 50% desse valor mais 10% por dependente, limitado a 100%. ## O que diz a defesa A defesa do pescador sustentou que a sentença que reconheceu a união estável não poderia ser usada como prova da dependência econômica.
O argumento era que a decisão judicial teria sido obtida sem a participação do INSS no processo. O INSS, por sua vez, defendeu que a sentença não poderia ser aplicada automaticamente.
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Redação Clique Fatos
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