Resident Evil, de Zach Cregger, passa de US$ 400 milhões e vira a maior bilheteria da franquia

A nova versão de Resident Evil estreou nos cinemas em setembro de 2026 e se tornou a maior bilheteria da história da franquia, com mais de US$ 400 milhões arrecadados no mundo. Agora, o filme também chegou às plataformas digitais de compra e aluguel.
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Sob o comando do diretor Zach Cregger, a produção trocou a ação das versões anteriores por uma história claustrofóbica de sobrevivência e terror ambientada em Raccoon City. A escolha reacendeu o debate sobre a fidelidade das adaptações aos games.
Críticos celebram o medo genuíno dos primeiros títulos lançados para consoles, enquanto comunidades de fãs questionam mudanças drásticas na cronologia dos personagens clássicos.
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Filme muda protagonistas e cronologia da contaminação
O longa altera a mitologia original ao apresentar protagonistas inéditos e ao modificar a cronologia da contaminação biológica em Raccoon City. Em vez de sequências de tiroteio, a aposta é um clima de isolamento focado no horror de sobrevivência.
Os agentes Chris Redfield e Jill Valentine não aparecem em missões táticas governamentais. A história acompanha civis comuns que tentam sobreviver ao colapso social provocado pelo vazamento do vírus mortal. A trajetória de Cregger, conhecido pelo terror Noites Brutais (2022), ajuda a explicar essa abordagem autoral.
Como a adaptação se compara aos filmes anteriores
A franquia já passou por diferentes estilos desde a primeira versão, com Milla Jovovich em Resident Evil: O Hóspede Maldito (2002), dirigida por Paul W. S. Anderson. Ao longo de seis filmes, a saga anterior priorizou a ficção científica e as cenas acrobáticas, afastando-se do ritmo vagaroso que consagrou os jogos da Capcom na década de noventa.
Já Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City (2021) tentou condensar os enredos dos dois primeiros games em uma única trama e recebeu críticas por cortes bruscos de roteiro. Cregger tenta evitar esse problema com uma narrativa ágil de noventa minutos.
Suspense em ambientes fechados substitui explosões urbanas
O foco do filme está no suspense em espaços fechados, e não em explosões pela cidade. As criaturas infectadas recebem efeitos práticos, o que, segundo a proposta da obra, aumenta o realismo.
O pânico psicológico cresce diante da escassez contínua de recursos de defesa. Os segredos da multinacional Umbrella Corporation aparecem sob a perspectiva de trabalhadores comuns.
Onde assistir ao filme em casa
As plataformas Apple TV, Amazon Prime Video e Google Play Filmes disponibilizam o longa para compra e locação. Os espectadores podem assistir em formato 4K, com opções de áudio imersivo, após a passagem do filme pelas salas de cinema.
Editoria:
Redação Entretenimento
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