República Democrática do Congo busca surpreender Portugal na estreia da Copa do Mundo nesta quarta-feira

A República Democrática do Congo, após 52 anos, busca surpreender Portugal na Copa do Mundo, apostando em um jogo ousado e sem medo da pressão

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Foto: Reprodução
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República Democrática do Congo busca surpreender Portugal na Copa do Mundo

A República Democrática do Congo pretende jogar sem medo e assumir riscos para tentar surpreender Portugal em sua estreia na Copa do Mundo, marcada para esta quarta-feira (17). A declaração foi feita pelo técnico Sébastien Desabre nesta terça-feira (16), véspera do confronto que marca o retorno do país ao torneio após 52 anos.

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Desabre afirmou que a equipe está preparada para lidar com a pressão de enfrentar Portugal, do atacante Cristiano Ronaldo, de 41 anos. O treinador acredita que times considerados favoritos ao título costumam sentir o peso da estreia e podem enfrentar dificuldades nos primeiros jogos. “O que precisamos fazer é lidar com a pressão do primeiro jogo.

Quero que minha equipe jogue, então vamos correr riscos. Serão riscos calculados”, declarou. “Não existe medo diante de grandes eventos.”

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Elenco preparado e motivado

Diferentemente da última participação, quando a seleção perdeu os três jogos, sofreu 14 gols e não marcou nenhum, Desabre acredita que o cenário atual é diferente. O elenco conta com jogadores que atuam em ligas competitivas da Europa e atacantes velozes capazes de causar problemas à defesa portuguesa.

Além disso, todos os atletas estão disponíveis, o que amplia as opções táticas da comissão técnica.

“Temos uma grande força que vamos mostrar em campo. Vamos começar com nosso próprio estilo de jogo e estamos muito motivados e empolgados para enfrentar uma equipe tão grande”, disse o treinador. A preparação da equipe para o Mundial foi impactada pelo surto de ebola na República Democrática do Congo, mas, segundo Desabre, os treinamentos sofreram poucas alterações, pois a maior parte dos jogadores atua na Europa.

Expectativa de apoio e motivação

Devido às restrições de viagem, a seleção espera contar com um número reduzido de torcedores nos estádios. No entanto, o treinador afirmou que isso servirá como motivação extra para buscar a classificação à próxima fase. “Temos 100 milhões de congoleses nos assistindo.

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Queremos fazer uma boa campanha, mostrar coragem e dar o nosso melhor em campo”, concluiu.

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