Rebelo ataca Zema sobre privatizações e alerta para China

Rebelo ataca Zema: China e privatizações são foco de críticas do ex-ministro. Alerta para “estupidez” e investimentos chineses na Petrobras

15/06/2026 13:37

2 min

Rebelo ataca Zema sobre privatizações e alerta para China
(Imagem de reprodução da internet).

Rebelo Ataca Propostas de Privatização com Críticas ao Ex-Governador Zema

O pré-candidato à Presidência da República, representando o Democrata Cristão (DC), lançou críticas contundentes ao ex-governador de Minas Gerais, João Romeu Zema, do Novo, em resposta às propostas do político de privatização de empresas estatais brasileiras.

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A declaração foi feita em um vídeo divulgado na sexta-feira, 8 de maio de 2026, em seu perfil no Instagram.

Rebelo argumentou que a venda de empresas como o Banco do Brasil poderia resultar na transferência de ativos estratégicos para grupos estrangeiros, com destaque para investimentos chineses. Ele enfatizou que a decisão de privatizar o Banco do Brasil não seria uma escolha de comprador, mas sim uma consequência inevitável.

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O ex-ministro destacou a crescente capacidade financeira e de investimento das empresas chinesas no mercado internacional, alertando para o risco de a Petrobras, por exemplo, se tornar um ativo estatal chinês.

Rebelo também criticou o que ele considera desconhecimento sobre a dinâmica econômica global, argumentando que as propostas de privatização ignoram o avanço do capital chinês em setores estratégicos da economia brasileira. Ele expressou preocupação com a possibilidade de o país “cometer essa estupidez”, utilizando uma expressão forte para descrever a situação.

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O ex-governador João Romeu Zema tem sido um defensor frequente da privatização de estatais como forma de reduzir a dívida pública brasileira. Em entrevistas, incluindo uma realizada no Canal Livre em 3 de maio e outra com empresários na avenida Faria Lima, em São Paulo, em 29 de abril, Zema defendeu a venda de empresas públicas e o uso dos recursos para abater a dívida e reduzir os juros.

Ele também propôs reformas administrativas e da Previdência, estimando uma economia de cerca de R$ 10 trilhões em 20 anos, similar a medidas implementadas em Minas Gerais, como a privatização da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), embora essa proposta não tenha avançado.

Zema também mencionou a desestatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) como uma questão de tempo, argumentando que as privatizações ampliam investimentos e melhoram os serviços. A discussão sobre a privatização de empresas estatais continua sendo um ponto central no debate político brasileiro.

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Autor(a):

Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.

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