Raimundo Neto, irmão de Ciro Nogueira, é alvo da 5ª fase da Operação Compliance Zero da PF

Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima, irmão de Ciro Nogueira, é investigado na 5ª fase da Operação Compliance Zero. Descubra os detalhes dessa trama!

08/05/2026 03:46

2 min

Raimundo Neto, irmão de Ciro Nogueira, é alvo da 5ª fase da Operação Compliance Zero da PF
(Imagem de reprodução da internet).

Alvo da Operação Compliance Zero

Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima, irmão do senador Ciro Nogueira (PP), é um dos investigados na 5ª fase da Operação Compliance Zero, que foi iniciada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (7). Ele deverá usar tornozeleira eletrônica, entregar seu passaporte e se apresentar junto a outros envolvidos.

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A investigação sobre Raimundo se dá em razão de sua função como administrador formal da CNLF, uma empresa presidida por Felipe Cançado Vorcaro, primo de Ciro Nogueira. As ações da empresa, avaliadas em R$ 13 milhões, foram adquiridas por apenas R$ 1 milhão, um valor significativamente abaixo do mercado.

Decisão Judicial e Histórico de Raimundo

De acordo com a decisão do ministro André Mendonça, a PF concluiu que a posição de Raimundo na CNLF “não é acidental ou superveniente, mas voltada a conferir forma jurídica e cobertura documental à operação apontada como mecanismo dissimulado de transferência”.

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Raimundo já atuou como secretário parlamentar no gabinete de Ciro Nogueira, quando este ainda era deputado federal, nos anos 1990 e 2000. Além disso, ele foi presidente da Agespisa (Águas e Esgotos do Piauí S/A).

Sobre a Operação Compliance Zero

Iniciada em novembro de 2025, a Operação Compliance Zero visa investigar crimes relacionados ao Banco Master, com foco na repressão à emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras. A operação resultou na prisão de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e na apreensão de diversos bens, incluindo carros de luxo, obras de arte e relógios.

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Além disso, a operação foi desencadeada após solicitação do Ministério Público Federal, que investiga a possível fabricação de carteiras de crédito sem validade por uma instituição financeira. Esses títulos teriam sido vendidos a outro banco e, após fiscalização do Banco Central, substituídos por ativos sem a devida avaliação técnica.

Em 2026, a operação também resultou na prisão de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB (Banco Regional de Brasília), acusado de receber propina para facilitar a compra do Banco Master.

Autor(a):

Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.

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