Queda do Ouro e Tensão no Oriente Médio: EUA e Irã intensificam conflitos e mercado reage

Ouro em queda e tensões no Oriente Médio agitam o mercado; EUA e Irã trocam ataques, enquanto investidores aguardam dados de emprego. Clique e saiba mais!

03/06/2026 21:21

2 min

Queda do Ouro e Tensão no Oriente Médio: EUA e Irã intensificam conflitos e mercado reage
(Imagem de reprodução da internet).

Queda do Ouro e Tensão no Oriente Médio

O preço do ouro fechou em baixa nesta quarta-feira (3), recuando para menos de US$ 4.500, em meio a preocupações inflacionárias e expectativas de aumento nas taxas de juros nos Estados Unidos, impulsionadas pelo agravamento das tensões no Oriente Médio.

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O mercado também está atento a dados econômicos relacionados ao setor de trabalho americano.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o contrato de ouro para agosto teve uma queda de 1,17%, encerrando a US$ 4.466,9 por onça-troy. A prata para julho também apresentou uma queda de 2,5%, fechando a US$ 73,694 por onça-troy.

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Tensões entre EUA e Irã

Na noite de terça-feira (2), os Estados Unidos e o Irã trocaram ataques. Os EUA realizaram bombardeios em um alvo militar no Estreito de Ormuz como resposta a mísseis lançados pelo Irã contra o Bahrein. Teerã condenou as ações americanas, alegando que está agindo em legítima defesa.

Além disso, a continuidade dos conflitos entre Israel e o Hezbollah intensificou o clima de incerteza no mercado.

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Recentemente, um porta-voz destacou a necessidade de “desmilitarizar o Líbano” para libertar o país da influência do Hezbollah. Nesse contexto, os preços do petróleo também subiram, aproximando-se de US$ 100 o barril, o que reacendeu as preocupações com a inflação.

Expectativas do Mercado

De acordo com a Forex.com, um aumento nas tensões geopolíticas e um possível aumento ainda maior no preço do petróleo podem levar o ouro a recuar para a faixa de US$ 4 mil. O TD Securities também aponta que o ouro enfrenta dificuldades para se recuperar, com os metais preciosos sendo impactados pela inflação e pelas expectativas de alta nas taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed) até o início de 2027, além das novas tarifas propostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

Os dados da ADP mostraram números acima do esperado, e agora o mercado aguarda o relatório oficial de empregos dos EUA, que será divulgado na sexta-feira (5).

Autor(a):

Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.

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