Pulisic afirma que seleção dos EUA é a mais forte que já integrou antes da Copa de 2026

Christian Pulisic afirma que a seleção dos EUA é a mais forte que já integrou, gerando otimismo para a Copa do Mundo de 2026. Descubra mais!

21/04/2026 12:01

3 min

Pulisic afirma que seleção dos EUA é a mais forte que já integrou antes da Copa de 2026
(Imagem de reprodução da internet).

Pulisic considera seleção dos EUA a mais forte que já integrou

O atacante Christian Pulisic declarou que a atual seleção dos Estados Unidos é a mais forte da qual já fez parte. Jogador do Milan, ele ressaltou que a qualidade e a profundidade do elenco geram otimismo antes da Copa do Mundo de 2026, que será realizada em casa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Reconhecido como o principal nome do futebol norte-americano nos últimos anos, Pulisic acredita que a equipe está em um bom momento, especialmente com a crescente expectativa para o torneio, que ocorrerá nos Estados Unidos, Canadá e México.

“Acho que sim”, afirmou o jogador à Reuters ao ser questionado se esta é a melhor seleção em que já atuou. “Ao olhar para os jogadores atuando nos mais altos níveis e indo muito bem em seus clubes, com certeza temos um elenco muito forte e também com profundidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há vários jogadores capazes de atuar em todas as posições. É um time muito forte”, completou.

Expectativa para a Copa do Mundo

Pulisic e seus companheiros devem liderar um grupo que inclui os atacantes Folarin Balogun e Tim Weah, os meio-campistas Weston McKennie e Tyler Adams, os defensores Tim Ream e Chris Richards, além dos goleiros Matt Freese e Matt Turner. Para ele, participar de uma Copa do Mundo em solo norte-americano traz uma motivação extra ao evento. “Uma Copa do Mundo já é motivação suficiente, e tê-la nos Estados Unidos, com minha família e amigos próximos presentes, é tudo o que você pode pedir”, disse.

Leia também

Aos 27 anos, Pulisic espera que os torcedores norte-americanos incentivem a equipe durante o torneio. Os Estados Unidos enfrentarão o Paraguai no dia 12 de junho, no SoFi Stadium. “Sei que a energia nos estádios será incrível. Queremos aproveitar isso ao máximo, usar essa motivação e lutar para deixar o povo americano orgulhoso”, afirmou.

Significado de representar os EUA

Pulisic, que defende a seleção desde a adolescência, destacou a importância de vestir a camisa do país. “Representar os Estados Unidos e usar esse escudo é algo que não levo de forma leviana. Faço isso desde os 17 anos… Tenho muito orgulho de ser americano e sou grato por tudo que este país me deu.

Quero retribuir e, espero, deixar as pessoas orgulhosas”, declarou.

Reconhecido como um dos jogadores mais notáveis da história recente do futebol dos EUA, Pulisic é frequentemente chamado de “Capitão América”. No entanto, ele prefere não se deixar levar por esse tipo de rótulo. “Diria que eu realmente ignoro isso.

Não é algo em que penso muito. Me preocupo com o que posso fazer para ajudar meu time a vencer”, afirmou.

Liderança e inspiração

Segundo Pulisic, sua liderança evoluiu para um modelo baseado em exemplo, ao invés de discursos. “Espero que, no dia a dia, nos treinos, na forma como trabalho, eu consiga mostrar minha dedicação ao time e liderar pelo exemplo”, disse. Ele também comentou que não se sente pressionado a ser uma referência maior do esporte nos Estados Unidos, embora reconheça o potencial de inspirar jovens atletas. “Estou focado em fazer meu trabalho.

Se eu puder inspirar algumas pessoas no caminho, ótimo. Isso me motiva, mas não sinto pressão por isso.”

Com a expectativa crescente sobre os coanfitriões, Pulisic evitou estabelecer metas específicas de desempenho, afirmando que o primeiro objetivo é avançar da fase de grupos antes de pensar jogo a jogo. No entanto, deixou uma mensagem clara aos torcedores: “O time está em um bom momento.

As pessoas devem estar animadas e prontas para nos apoiar.”

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!