Presidente Sanciona Dia Nacional em Memória às Vítimas da Covid-19 em Ato Polêmico

Presidente sanciona dia em memória às vítimas da Covid-19! Em 2026, lei homenageia vítimas da pandemia no Brasil. Leia a matéria!

(Imagem de reprodução da internet).

Presidente Sanciona Dia Nacional em Memória às Vítimas da Covid-19

Em 11 de maio de 2026, o presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou a sanção do Projeto de Lei nº 2.120/2022, que institui o Dia Nacional em Memória às Vítimas da Covid-19. A data escolhida, 12 de março, marca o início da pandemia de coronavírus no Brasil, com o registro da primeira morte causada pela doença.

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A cerimônia de lançamento da lei ocorreu no Palácio do Planalto. O projeto foi proposto pelo líder do PT na Câmara dos Deputados, deputado do estado de Santa Catarina, e analisado pelo senador do estado de Pernambuco. O Senado aprovou o texto em 15 de abril de 2026.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a nova legislação visa promover discussões ao longo do ano sobre as medidas necessárias para prevenir futuras pandemias. Padilha ressaltou que o número de mortes de brasileiros durante a pandemia, ultrapassando as 700 mil, teria sido diferente se o governo da época tivesse priorizado a defesa da vida e da ciência.

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Pedro Uczai, autor do PL, enfatizou a importância de 12 de março como um momento de denúncia, mas também como um anúncio de novos tempos, com foco na preservação da vida e na prevenção de tragédias como as vivenciadas durante a pandemia.

Janja da Silva, primeira-dama, expressou sua emoção ao relembrar a perda de sua mãe, Vani Terezinha Ferreira, vítima da Covid-19. Ela mencionou que estava preparada para enfrentar a doença devido à predisposição da mãe ao Alzheimer, mas lamentou a forma trágica em que a vida de Vani foi interrompida.

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Em um momento de forte crítica, Janja também se manifestou contra apoiadores do ex-presidente, do Partido Liberal (PL), que propagam boatos sobre o governo estaria perseguindo os controladores da Ypê. “É muita ignorância”, declarou Janja, questionando a credibilidade de alegações infundadas.