Pragmata da Capcom: A missão lunar sci-fi que une ação e hackeamento em 2026!

Análise de Pragmata: Uma Nova Aventura Sci-Fi da Capcom
Com o título de Pragmata, a Capcom apresenta uma nova propriedade intelectual de ficção científica. Os jogadores assumem o papel de Hugh, membro de uma equipe de investigação em dificuldades, e Diana, uma androide. A trama os coloca em uma missão desesperada de retorno à Terra, explorando uma instalação lunar controlada por uma inteligência artificial hostil.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Este local abriga pesquisas sobre um minério lunar valioso, capaz de alimentar impressoras 3D que criam praticamente qualquer objeto. Para um fã da Capcom, que tem focado em franquias de sucesso como Resident Evil e Monster Hunter, Pragmata surge como uma proposta ousada.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A Experiência Narrativa e de Combate
A história começa com um acidente grave na base lunar, momento em que Hugh encontra Diana, uma androide que aparenta ter oito anos. Sua inocência é notável, manifestando-se em questionamentos constantes sobre conceitos simples ao jogador.
Leia também
Destaques da Escrita e Jogabilidade
A narrativa de Pragmata se destaca, apresentando uma escrita superior aos títulos recentes da Capcom. O jogo entrega uma aventura de ação envolvente, com um foco narrativo que é um grande trunfo da experiência, sem revelar detalhes importantes.
No combate, Hugh e Diana dependem intrinsecamente um do outro. Como o armamento padrão é pouco eficaz contra os inimigos, chamados ‘bots’, o hackeamento realizado por Diana torna-se a mecânica central. Ao hackear, ela revela vulnerabilidades, permitindo que Hugh cause dano máximo.
Mecânicas de Combate Avançadas
É crucial priorizar os pontos fracos, visíveis por um brilho alaranjado, como as cabeças dos adversários. O tiroteio é sólido, remetendo ao estilo de Resident Evil, com um arsenal variado de pistolas, espingardas e rifles de carga.
O diferencial reside no hackeamento em tempo real. Enquanto Hugh desvia de ataques com propulsores, Diana navega por um labirinto digital, visando um ícone verde. Inicialmente, essa mecânica pode exigir o uso de botões específicos do DualSense para movimentação em quatro direções.
O hackamento também concede buffs úteis. Um favorito é o que superaquece os bots, possibilitando um ataque crítico de dano massivo. Diana possui uma habilidade suprema, ativada por uma barra de carga, que ataca todos os inimigos próximos, ideal para momentos de grande pressão.
Estrutura e Progressão na Base Lunar
A base em Pragmata é um ponto alto, funcionando como o coração do jogo. Diferente de hubs simples, ela é essencial e evolui conforme os chefes são derrotados. É nela que o sistema LMS brilha.
Desenvolvimento e Customização
Os jogadores coletam hologramas jogando e podem transformá-los em brinquedos reais, gerando interações leves que fortalecem o vínculo entre Hugh e Diana. A base centraliza o sistema de upgrades, permitindo melhorias em armas, defesa e nas habilidades de hack de Diana.
Existem módulos que ocupam espaços limitados, funcionando como um sistema de perks. Além disso, o local conta com um simulador de combate para desafios, e uma moeda especial obtida ali pode ser trocada em um mini-game de bingo por novos trajes para os protagonistas.
Pontos de Atenção e Veredito Final
Embora a progressão seja bem estruturada, a exploração apresenta falhas. A narrativa é envolvente, mas a jogabilidade pode ser mais refinada. A progressão é linear, e a variedade de desafios é limitada. A experiência é boa, mas não revolucionária.
Em resumo, Pragmata oferece uma experiência sólida, com momentos de grande qualidade, mas que tropeça em momentos de repetição. É recomendável, mas não essencial para os fãs de ação.
Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

