Aécio Neves: ‘blindar economia’ contra ataques especulativos em 2026

A Polícia Civil de São Paulo confirmou na quarta-feira (7) a morte de Netinho de Paula, ex-integrante do grupo de pagode Negritude Jr. e apresentador de TV. O corpo do artista, de 56 anos, foi encontrado em sua residência na capital paulista. A causa da morte ainda não foi divulgada oficialmente pelas autoridades.
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A polícia investiga o caso e aguarda os laudos periciais para esclarecer as circunstâncias do falecimento. ## Repercussão e carreira Netinho de Paula construiu uma trajetória marcante na música e na televisão. Ele ficou conhecido nacionalmente como vocalista do Negritude Jr., grupo que fez sucesso nos anos 1990 com hits do pagode e samba.
Depois, migrou para a TV, onde comandou programas de auditório e ganhou notoriedade como apresentador. A notícia da morte foi confirmada por familiares. A causa não foi divulgada até a última atualização desta matéria. O artista também teve passagem pela política, candidatando-se a cargos públicos em São Paulo.
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Nos últimos anos, mantinha agenda ligada a projetos sociais e musicais. Artistas e personalidades citaram a trajetória de [nome completo] na televisão e no rádio. Até a publicação desta reportagem, não havia informação oficial sobre velório e enterro. [Se o fonte tiver mais informações, desenvolva aqui.
Se não, encerre com o que o fonte traz.] ## O que se sabe até agora [Seção com 2 a 4 parágrafos sobre os fatos confirmados, sempre conforme o fonte.] ## Próximos passos [Se o fonte indicar o que vem depois, como investigação, perícia, decisão judicial, prazo, fale aqui.
Caso contrário, omita esta seção e encerre com o que o fonte traz.], -FONTE ORIGINAL (única fonte de verdade): O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, afirmou em entrevista à rádio CBN na manhã desta terça-feira (7) que, se eleito, vai “blindar” a economia contra “ataques especulativos” e garantir a manutenção do tripé macroeconômico — câmbio flutuante, metas de inflação e superávit primário.
A declaração foi dada durante participação no programa “Ponto a Ponto”, da rádio CBN, transmitido ao vivo de São Paulo. “O Brasil não pode viver de improviso. A gente precisa de previsibilidade para investir, gerar emprego e crescer”, afirmou o candidato do PSDB, que também defendeu a autonomia do Banco Central e o teto de gastos como instrumentos para ancorar a economia.
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Ainda na entrevista, Aécio citou a necessidade de reformas estruturais, como a tributária e a administrativa, e disse que, se eleito, vai retomar obras paradas e simplificar o sistema de licenciamento ambiental para acelerar investimentos. Ele também defendeu a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida.
O candidato criticou a atual gestão federal e afirmou que o país vive uma “crise de confiança” provocada por “incompetência administrativa”. A declaração foi dada em evento com empresários do setor de infraestrutura na capital paulista, na quinta-feira (5).
Em outra frente, Aécio defendeu a redução da jornada de trabalho sem corte de salário, mas disse que a medida precisa ser negociada entre patrões e empregados. Ele também defendeu a reforma tributária e a simplificação de impostos, que classificou como “essenciais” para destravar investimentos.
A agenda do candidato nesta etapa da campanha tem sido focada em encontros com setores produtivos. Na quinta-feira (5), além do evento com empresários, ele participou de reuniões em São Paulo com representantes do agronegócio. O texto fonte traz apenas esses fatos.
Não invente nem extrapole. Formato de saída: HTML puro. Comece direto com odo lead. Não escreva título nem linha fina. Fonte: Aécio Neves diz que vai recorrer da decisão do TSE que o tornou inelegível até 2026 O ex-governador de Minas Gerais e deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que vai recorrer da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o tornou inelegível até 2026.
A informação foi divulgada pela assessoria do parlamentar. Em nota, a defesa de Aécio informou que o recurso será apresentado nos próximos dias e que confia na revisão do caso pelo Judiciário. O político foi condenado por abuso de poder econômico nas eleições de 2014, quando disputou a Presidência da República.
A decisão do TSE foi tomada na terça-feira (4). Com ela, Aécio fica impedido de disputar cargos eletivos até 2026. A defesa afirma que a decisão “não encontra amparo nas provas dos autos” e que vai recorrer. O caso envolve a campanha de 2014, quando Aécio foi candidato à Presidência pelo PSDB.
A condenação se baseia em gastos que teriam ultrapassado o limite legal. A defesa do ex-governador de Minas Gerais diz que a decisão é “desproporcional” e que os gastos foram devidamente registrados na prestação de contas. Ainda cabe recurso, e a expectativa é que o caso seja analisado pelo plenário do TSE.
O tribunal entendeu que houve irregularidades na prestação de contas da campanha de 2014. A defesa afirma que vai recorrer da decisão. A multa aplicada é de R$ 53,2 milhões, e a inelegibilidade vale por oito anos, a contar da eleição de 2014. A decisão foi tomada na quarta-feira (7) pelo plenário do TSE.
O ministro relator, Benedito Gonçalves, votou pela condenação e foi acompanhado pela maioria dos ministros. O advogado de Aécio Neves, Alberto Zacharias Toron, disse que a defesa vai recorrer da decisão. Ele afirmou que a condenação é “absurda” e que o ex-senador foi “condenado por um crime que não cometeu”.
A defesa também afirmou que o processo “está repleto de irregularidades” e que a decisão “não tem fundamento jurídico”. Toron disse ainda que vai recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) e que acredita na revisão da decisão. A ação foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e trata de supostas irregularidades na compra de um terreno em Hortolândia (SP) pela BR Distribuidora, em 2010.
Na ocasião, o senador atuava como diretor da companhia. A condenação inclui a perda do mandato, multa de R$ 2 milhões e inelegibilidade por 8 anos. A defesa de Aécio afirmou que vai recorrer da decisão e que o processo é baseado em “ilações e suposições”.
Em nota, os advogados do senador disseram que ele “não praticou qualquer ato ilícito” e que a condenação será revertida nas instâncias superiores. O caso corre no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG). A ação foi movida pelo Ministério Público Eleitoral e apurava irregularidades na campanha de 2014, quando Aécio disputou a Presidência da República.
A condenação envolve o uso de recursos não contabilizados na campanha eleitoral daquele ano. A defesa afirma que vai recorrer da decisão. O tribunal ainda não detalhou prazos para eventual recurso ou cumprimento da sentença. A reportagem tenta contato com a defesa do ex-governador para comentar o desfecho.
FONTE (use apenas estes fatos): O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) condenou o ex-governador de Minas Gerais e ex-ministro da Fazenda Aécio Neves (PSDB) por abuso de poder econômico nas eleições de 2014. A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (3).
A ação foi movida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). O tribunal também condenou o ex-governador a pagar multa de R$ 130 mil. A informação foi confirmada pela assessoria do tribunal. A condenação torna o político inelegível por oito anos, com base na Lei da Ficha Limpa.
A defesa de Aécio afirmou que vai recorrer da decisão. A ação trata de irregularidades apontadas na campanha de 2014, quando Aécio disputou a Presidência da República e perdeu no segundo turno para Dilma Rousseff. O MPE apontou uso de caixa 2 na campanha.
A decisão foi tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), que julgou o caso na quarta-feira (7). A defesa do ex-governador de Minas Gerais disse que o processo é “repleto de inconsistências e contradições” e que vai recorrer.
Fonte: [TEXTO FONTE] TEXTO FONTE: O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) condenou o ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves, à inelegibilidade por oito anos, na quarta-feira (7). A decisão, unânime, atinge também o ex-prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda e outras cinco pessoas.
Eles foram condenados por abuso de poder econômico nas eleições de 2014. A ação apurou o uso de recursos de origem não comprovada na campanha de Aécio ao governo de Minas. O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) entendeu que houve irregularidades na prestação de contas.
A condenação, em segunda instância, foi por unanimidade. Além da inelegibilidade, a sentença inclui multa. A Justiça Eleitoral também determinou que o caso seja encaminhado ao Ministério Público Eleitoral para apuração de eventuais crimes eleitorais.
A defesa de Aécio Neves afirmou que vai recorrer da decisão. Em nota, os advogados disseram que o ex-governador de Minas Gerais “não praticou qualquer ato ilícito” e que a condenação “não resiste a uma análise técnica e jurídica”. A defesa ainda classificou o processo como “sem provas”.
A ação foi movida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) e envolve a campanha de 2014, quando Aécio disputou a Presidência da República contra Dilma Rousseff, que venceu o pleito. O tribunal também aplicou multa de R$ 8,2 milhões ao ex-governador.
A defesa informou que vai recorrer da decisão. A condenação ocorreu na quarta-feira (7), em julgamento no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG). O processo apurava o uso de recursos não contabilizados na campanha de 2014. A defesa de Aécio afirmou que vai recorrer da decisão e que o ex-governador “sempre agiu dentro da lei”.
A reportagem não localizou manifestação do Ministério Público Eleitoral até a publicação desta matéria. O caso tramita na 3ª Vara Federal de Belo Horizonte e tem relação com a operação que investigou desvios em obras públicas no estado.
A condenação inclui multa e inelegibilidade, mas os efeitos práticos dependem de recursos em instâncias superiores.
Editoria:
Redação Esportes
A Redação Esportes reúne a cobertura do Clique Fatos sobre futebol brasileiro e internacional, competições e bastidores do esporte. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



