Polícia Civil de SP encerra investigação sobre Deolane e revela detalhes chocantes

Polícia Civil de São Paulo encerra investigação sobre Deolane, acusada de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Descubra os detalhes!

(Imagem de reprodução da internet).

Polícia Civil de São Paulo conclui investigação sobre Deolane

A Polícia Civil de São Paulo finalizou a investigação envolvendo Deolane, líder do PCC, pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. De acordo com o documento enviado à Justiça na última sexta-feira (29), Deolane teria um papel significativo na estrutura da facção, sendo descrita pelos investigadores como um “repositório patrimonial” ou o “caixa da facção”.

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As defesas de ambos negam as acusações e qualquer envolvimento.

As investigações da Operação Vérnix indicam que Deolane mantém uma “proximidade social relevante” com a família de Marcola. O relatório apresenta imagens de redes sociais onde a influenciadora é vista em convivência frequente com Francisca Alves da Silva, conhecida como “Pretinha”, parceira de Alejandro Camacho, irmão de Marcola.

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Além disso, fotos mostram Deolane com os filhos de Alejandro, que utilizam o sobrenome Camacho, o que, segundo a polícia, indica que os contatos não são eventuais.

Provas materiais e empresas de fachada

Um dos principais elementos da acusação é a apreensão de uma caixa de MDF personalizada com as inscrições “Dra. Deolane” e “O Justo Não se Justifica”. O objeto, que continha R$ 7.800 em espécie, foi encontrado na casa de Everton de Souza, outro investigado no caso.

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No mesmo local, os agentes descobriram uma máquina de contar dinheiro e elásticos para agrupar cédulas.

A polícia também identificou uma rede de empresas de fachada ligadas a Deolane e seus familiares. As investigações mostraram que as sedes declaradas de empresas como “DB Santos Apoio Administrativo” eram, na verdade, imóveis residenciais sem estrutura comercial e sem movimentação econômica real, servindo apenas para ocultar valores ilícitos.

O relatório ainda menciona uma discrepância financeira significativa, onde Deolane teria movimentado cerca de R$ 12 milhões, quantia muito superior aos seus rendimentos lícitos.

Defesa nega vínculos e acusações

Em nota oficial, a defesa de Deolane afirmou que o cliente é inocente e que o indiciamento é um ato investigativo que não implica reconhecimento de culpa. O advogado de Deolane defende a “absoluta inocência” da cliente, alegando que ela foi presa enquanto exercia sua profissão e que sempre esteve à disposição das autoridades.

Em um depoimento recente na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, Deolane optou por permanecer em silêncio, seguindo a orientação de seus advogados. O caso continua sob análise do Ministério Público e do Poder Judiciário.