Pix MEI: proposta do governo injeta R$ 5 bi em pequenos negócios

Crédito para MEIs terá juros de 1,49% ao mês e parcelas descontadas direto do benefício, com prazo de até 24 meses para quitar.

13/10/2026 12:16

10 min

De acordo com o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o MEI poderá pegar até R$ 5 mil por meio da iniciativa, mediante a elaboração de um projeto de investimento com assistência de entidades do setor, como o Sebrae.
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O governo federal anunciou um pacote de crédito voltado especificamente para microempreendedores individuais (MEIs). A medida prevê liberação de recursos para quem precisa de capital para investir no próprio negócio, com um modelo de pagamento que será detalhado nas próximas semanas.

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A novidade foi apresentada pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e pelo secretário-executivo do Ministério do Trabalho, Francisco Maciel da Silva. O anúncio ocorreu em Brasília, na quarta-feira (7), durante evento com trabalhadores e representantes do setor.

O programa vai funcionar como uma linha de crédito voltada especificamente para quem é MEI (Microempreendedor Individual). A promessa é de juros mais baixos e parcelas que cabem no bolso de quem trabalha por conta própria. ## Como vai funcionar o crédito Segundo o ministério, o trabalhador vai poder pedir o empréstimo direto pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.

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O valor será descontado automaticamente da folha de pagamento do benefício, o que reduz o risco de inadimplência. A taxa de juros será de 1,49% ao mês, com prazo de até 24 meses para quitar. O valor máximo da parcela não pode passar de 5% do benefício mensal do trabalhador.

A medida vale para aposentados e pensionistas do INSS, além de servidores públicos federais. ## Como vai funcionar O crédito consignado é uma modalidade em que as parcelas são descontadas direto do benefício ou salário. Isso diminui o risco de calote e, por isso, as taxas costumam ser mais baixas do que as de outras linhas de crédito.

A novidade é que o trabalhador com carteira assinada também poderá usar o FGTS como garantia. Na prática, isso reduz o risco para o banco e pode derrubar os juros para quem aderir. ## O que falta para valer A medida depende de regulamentação do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central.

A expectativa é que as regras detalhadas saiam nos próximos meses, com os bancos se adaptando às novas condições. O texto também prevê que a modalidade de crédito consignado para trabalhadores com carteira assinada tenha teto de juros definido pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), com possibilidade de desconto automático na folha de pagamento.

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A proposta ainda precisa ser sancionada e regulamentada para entrar em vigor. ## O que muda para quem contrata o crédito Na prática, quem tiver carteira assinada poderá comprometer até 35% do salário bruto com parcelas do consignado privado. O desconto sairá direto na folha de pagamento, o que reduz o risco de inadimplência e, em tese, permite juros mais baixos que os do crédito pessoal comum.

O texto aprovado também prevê que o trabalhador possa migrar entre modalidades de crédito consignado, desde que a nova operação tenha taxa menor. A portabilidade vale para contratos já existentes, e a troca não pode gerar custos adicionais para o empregado.

Outro ponto: o empréstimo consignado privado poderá ser pago por meio de desconto em folha, com limite de 35% do salário para o parcelamento. Desse total, 5% ficam reservados para amortização de despesas com cartão de crédito ou débito automático. ## Quem pode contratar Têm direito ao consignado privado trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, trabalhadores rurais e MEIs (Microempreendedores Individuais).

Também entram na regra aposentados e pensionistas do INSS que seguem trabalhando com carteira assinada. O teto de comprometimento da renda é de 35% do salário bruto para empréstimos convencionais. Já o cartão de crédito consignado pode comprometer até 25% do salário, com 5% reservados para amortização de despesas. ## Como vai funcionar na prática O programa foi batizado de Acredita e começa a valer em 2026.

A meta do governo é atingir R$ 120 bilhões em crédito consignado no primeiro ano, com cerca de 35 milhões de trabalhadores elegíveis. A novidade é que o trabalhador poderá trocar de banco para buscar melhores condições de juros, como já ocorre no consignado do INSS.

A movimentação será feita pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. Também entram no programa os trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs) e desempregados. Para eles, a garantia de pagamento será o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e a multa de 40% do fundo. ## Como funciona o crédito O trabalhador com carteira assinada poderá usar até 10% do saldo do FGTS como garantia.

A parcela do empréstimo será descontada direto da folha de pagamento — para quem é CLT, o abatimento sai na própria folha salarial. No caso de MEIs, empregados domésticos, trabalhadores rurais e desempregados, o desconto será feito no aplicativo Caixa Tem.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que a meta é “reduzir o custo do crédito consignado para o trabalhador”. A estimativa é que a taxa de juros fique abaixo de 3,5% ao mês, segundo o ministro. O governo espera que a concorrência entre bancos públicos e privados ajude a derrubar os juros. ## Quem pode usar o crédito consignado CLT O trabalhador com carteira assinada poderá contratar o crédito consignado com desconto direto na folha de pagamento.

A margem é de até 35% do salário para empréstimos convencionais, e o pagamento pode ser feito por meio de cartão de benefício. O programa foi lançado em 2025 e, no ano seguinte, passou a ser acessível também para beneficiários do INSS e servidores públicos.

A expectativa do governo é que a modalidade movimente R$ 120 bilhões até 2026. A novidade em 2026 é a inclusão de trabalhadores com carteira assinada, que poderão contratar crédito consignado com desconto direto na folha de pagamento. O empregador terá papel central: é ele quem vai registrar o trabalhador no sistema e autorizar o desconto das parcelas. ## Como funciona o crédito consignado CLT O trabalhador interessado precisa autorizar o desconto em folha.

O processo é feito pela Carteira de Trabalho Digital, que recebe a proposta de crédito. A partir daí, a instituição financeira avalia a solicitação e, se aprovada, o valor cai na conta. O teto do comprometimento da renda é de 35% do salário bruto para o pagamento das parcelas.

Esse limite vale para todos os contratos, independentemente do valor. A margem consignável é o percentual máximo do salário que pode ser comprometido com o pagamento das parcelas. No caso do consignado do trabalhador CLT, esse limite é de 35% do salário bruto, conforme definido em lei.

O pagamento do empréstimo é feito por meio de desconto direto na folha de pagamento. Isso reduz o risco de inadimplência e, na prática, costuma garantir juros mais baixos do que os praticados em linhas de crédito pessoal sem garantia. ## Quem pode pedir Têm direito ao consignado os trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, trabalhadores rurais e empregados de Microempreendedor Individual (MEI).

Também entram na regra aposentados e pensionistas do INSS, servidores públicos e militares. A solicitação é feita pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, com acesso pela conta govbr. O trabalhador precisa ter saldo no FGTS e autorizar o uso do saque-aniversário como garantia. ## Como funciona o pagamento O dinheiro é descontado diretamente da folha de pagamento do trabalhador.

No caso de quem usa o FGTS como garantia, o desconto acontece de forma automática na conta do benefício. A Caixa Econômica Federal é o banco responsável por operacionalizar o crédito. O trabalhador pode contratar o empréstimo em qualquer banco habilitado, mas a instituição financeira precisa ter convênio com o consignado do INSS. ## Quem pode contratar Podem pedir o crédito trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, trabalhadores rurais e pessoas vinculadas a MEI (Microempreendedor Individual).

Também entram no grupo aposentados e pensionistas do INSS. O valor das parcelas não pode comprometer mais de 35% do salário do trabalhador. Esse limite é uma das regras centrais da modalidade. ## Como funciona a margem e o pagamento A margem de 35% é dividida em duas partes: 10% para o consignado tradicional e 25% para o cartão de crédito consignado.

O desconto sai direto na folha de pagamento ou no benefício. O trabalhador que quiser contratar precisa ter vínculo ativo com o regime CLT e a operação é feita por meio de convênio entre a empresa e a instituição financeira. O pagamento é descontado automaticamente do salário ou benefício, o que reduz o risco de inadimplência e costuma garantir juros mais baixos. ## Como funciona o consignado CLT O valor das parcelas não pode comprometer mais do que 35% do salário bruto.

Esse limite é definido por lei e vale para todas as operações do tipo. O trabalhador pode comprometer até 5% da renda com despesas de cartão de crédito consignado ou cartão consignado de benefício, se tiver. A margem é calculada sobre o salário bruto, antes dos descontos. ## Quem pode contratar Têm direito ao consignado CLT trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, trabalhadores rurais e pessoas que trabalham para empresas ou pessoas físicas equiparadas a empresas.

Também entram na regra aposentados e pensionistas do INSS, servidores públicos e militares. ## Como funciona o crédito consignado CLT O desconto das parcelas sai direto da folha de pagamento do trabalhador. Isso reduz o risco de calote e, por isso, as taxas de juros costumam ser menores do que as de outras modalidades de crédito pessoal.

A margem consignável é o limite do salário que pode ser comprometido com as parcelas. No caso do consignado CLT, a legislação permite comprometer até 35% do salário bruto com o pagamento das parcelas — sendo 5% reservados para descontos eventuais e 30% para o valor das parcelas em si.

A Caixa Econômica Federal foi o primeiro banco a anunciar a oferta da linha para trabalhadores com carteira assinada. O prazo de pagamento é de até 24 parcelas mensais, com parcelas descontadas direto da folha de pagamento. A taxa de juros máxima é de 2,49% ao mês.

O banco afirma que o crédito pode ser contratado pelo aplicativo do banco e que a liberação dos valores ocorre em até duas horas após a aprovação. ## Como funciona o crédito consignado CLT O consignado CLT foi criado para trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, rurais e trabalhadores de Microempreendedor Individual (MEI).

O desconto das parcelas é feito direto na folha de pagamento, com margem de até 35% do salário. O valor liberado depende do salário do trabalhador e do prazo escolhido. O pagamento pode ser feito em até 24 parcelas mensais, com descontos automáticos na folha.

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil são as instituições autorizadas a operar a linha. A novidade é que o trabalhador pode usar até 10% do saldo do FGTS como garantia, além de 100% da multa de 40% do FGTS em caso de demissão sem justa causa.

Isso reduz o risco para o banco e, na prática, ajuda a derrubar os juros para o cliente. ## Quem pode pedir o empréstimo Podem contratar a linha trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, rurais e trabalhadores avulsos. Também entram no grupo quem trabalha para pessoa física ou como microempreendedor individual (MEI), desde que seja empregado.

O valor das parcelas não pode ultrapassar 35% do salário bruto do trabalhador. Esse limite vale para o conjunto de empréstimos consignados — ou seja, somando todas as parcelas com desconto em folha, o total não pode passar desse percentual. A taxa de juros máxima será definida pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), e o teto vale para todas as instituições financeiras.

O trabalhador pode comprometer até 10% do salário com o novo crédito, que se soma aos 35% já existentes para consignado. ## Quem pode pedir o crédito O benefício vale para trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, e também para trabalhadores avulsos.

O pedido pode ser feito pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou pelo site govbr, com autorização do trabalhador. O valor das parcelas é descontado direto da folha de pagamento. A taxa de juros máxima será definida pelo Conselho Nacional de Política Salarial (CNPS), que ainda precisa publicar a regulamentação. ## O que falta para o crédito sair do papel A implementação depende de uma etapa técnica: a integração entre a CTPS Digital e o eSocial, sistema que reúne dados trabalhistas.

Esse passo é necessário para que os bancos consigam cruzar informações e liberar o crédito com segurança. Enquanto isso, o governo trabalha nos detalhes da regulamentação. O texto final deve ser publicado nos próximos dias, com as regras de juros e prazos., – Fonte: FONTE.

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