PGR pede condenação dos responsáveis pelo crime! Marielle Franco: novas revelações chocam o STF. Julgamento crucial com ex-políticos e milicianos envolvidos. Saiba mais!
A Procuradoria Geral da República (PGR) formalizou nesta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026, o pedido de condenação dos indivíduos acusados de planejar o crime contra a vereadora Marielle Franco (Psol-RJ) e seu motorista, Anderson Gomes, ocorrido em março de 2018, no Rio de Janeiro.
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O vice-procurador Hindenburgo Chateaubriand destacou a existência de evidências robustas que indicam uma participação direta no atentado.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta terça-feira o julgamento dos mandantes do assassinato. A denúncia da PGR aponta cinco indivíduos responsáveis pelo crime, incluindo um ex-deputado federal do União Brasil-RJ e o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa.
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A acusação sustenta que a vereadora, ao se envolver em questões relacionadas a milícias e em sua atuação contra a grilagem de terras, representava um risco aos interesses dos irmãos Brazão.
Segundo a procuradoria, os irmãos Brazão, que comandavam uma organização criminosa focada na ocupação de terras com práticas de grilagem, decidiram eliminar Marielle Franco devido aos confrontos com o Psol e à crescente atenção da vereadora em áreas controladas por milícias.
A versão do delator Ronald Lessa foi considerada amplamente comprovada, conforme apontou o vice-procurador Chateaubriand. Marielle se tornou o alvo alternativo da organização devido à sua atuação em impedir a tramitação de projetos de lei que beneficiavam os criminosos.
A acusação detalha o papel de figuras como o miliciano Macalé (Edmilson da Silva Costa), que organizou a execução da vereadora, contratando o ex-policial Ronnie Lessa. Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil, é acusado de receber propinas de milicianos e contraventores, além de ter atuado para dificultar as investigações e garantir a impunidade dos mandantes.
Ronald Paulo Alves Pereira foi contratado para monitorar a rotina de Marielle, coletando informações cruciais para o crime.
Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, é acusado de manter as relações do gabinete de Domingos Brazão com as milícias nas regiões da zona oeste do Rio de Janeiro e arredores. A denúncia foi aceita em junho de 2024, por unanimidade, pela 1ª Turma do STF.
O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, validou o acordo de delação premiada com Ronnie Lessa, considerando a colaboração corroborada por outros elementos probatórios.
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Ambientalista desde sempre, Bianca Lemos se dedica a reportagens que inspiram mudanças e conscientizam sobre as questões ambientais. Com uma abordagem sensível e dados bem fundamentados, seus textos chamam a atenção para a urgência do cuidado com o planeta.