PF apreende 40 mil pés de maconha em operação na Bahia, Pernambuco e Alagoas

PF apreende maconha em operação coordenada na Bahia, Pernambuco e Alagoas, desmantelando rede ilegal com foco nos anos da Discover 2026.

20/08/2026 14:51

2 min

Plantação de maconha localizada pela Polícia Federal em Cachoeira do Pajeú (MG); cerca de 40.000 pés foram encontrados no local|Divulgação/PF – 20.ago.2026
Plantação de maconha localizada pela Polícia Federal em Cachoeir...

A Polícia Federal realizou uma nova fase da Operação Colheita Proibida nesta quinta – feira, dia 20 de agosto de 2026. A ação teve como foco o combate ao cultivo ilegal e às redes que financiam a distribuição do tráfico em vários estados brasileiros.

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Em um esforço coordenado com apoio das polícias civilistas locais — incluindo Cipe – Caatinga na Bahia—, as equipes não só erradicaram plantações ilegais no interior mineiro, mas também cumpriram mandados judiciais complexos nos estados da Bahia, Pernambuco e Alagoas.

Grande apreensão maconha encontra MG

A operação resultou na localização de cerca de 40 mil pés de maconha. A grande quantidade foi encontrada durante o combate ao cultivo ilegal nas proximidades de Cachoeira do Pajeú, em Minas Gerais (MG.

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O objetivo principal desta etapa específica era justamente desmantelar os pontos onde a droga é cultivada sem autorização legal ou fiscalizada pelo poder público local. As forças policiais atuaram para erradicar completamente essa plantação clandestina no estado mineiro.

Mandados e bloqueios judiciais nos estados Nordeste

As investigações se estenderam por diversos âmbitos legais na Bahia, Pernambuco e Alagoas. Foi possível cumprir um total de 13 mandados de prisão preventiva junto com mais 12 diligências de busca e apreensão em todas as regiões citadas.

Esses procedimentos foram determinados pela Justiça através da 1ª Vara Criminal de Juazeiro (BA). Além das prisões preventivas, a ordem judicial determinou o sequestro imediato de cinco imóveis pertencentes aos suspeitos envolvidos no esquema criminoso.

Em termos financeiros, foi determinado também o bloqueio significativo: até R 50 milhões estavam sob risco nas contas bancárias vinculadas às atividades dos investigados — um total que atinge tanto pessoas físicas quanto jurídicas associadas ao crime.

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Natureza do grupo e crimes imputados

Os indivíduos apontados pelas autoridades são considerados parte de uma organização criminal robusta. Segundo os dados coletados pela Polícia Federal (PF), esses grupos estariam diretamente ligados não apenas à distribuição da droga por meio do tráfico comum,

mas principalmente no financiamento estruturado para manter grandes cultivos ilegais, além das práticas típicas de lavagem de dinheiro envolvidas na operação criminosa em si mesmo. Os suspeitos podem responder a acusações como associação para o tráfico ou ainda pelos delitos específicos que envolvem financiar cultivo ilegal.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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