Petróleo Brent cai 2% após ataque a refinarias da Arábia Saudita

Investidores avaliam que danos às instalações da Saudi Aramco foram limitados e não devem afetar a oferta global da commodity.

15/10/2026 05:03

8 min

Navios, Estreito de Ormuz.
Navios, Estreito de Ormuz.

Ataques a refinarias da Arábia Saudita derrubaram o preço do petróleo no mercado internacional nesta segunda-feira (16). A queda reflete a avaliação de investidores de que a escalada de tensões no Oriente Médio pode ter impacto limitado sobre a oferta global da commodity.

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Os contratos futuros do petróleo operam em baixa, com o barril do tipo Brent recuando mais de 2% na abertura dos negócios. O movimento acontece um dia depois de os ataques contra instalações da Saudi Aramco, no sábado (14), terem derrubado a produção da estatal saudita. ## O que pesou no mercado O ataque, reivindicado por rebeldes iemenitas, atingiu uma refinaria e um campo de petróleo na Arábia Saudita.

A infraestrutura atingida fica em áreas estratégicas da produção do país, um dos maiores exportadores de petróleo do mundo. Apesar do susto inicial, o mercado reagiu com cautela. Analistas citados pelo fonte avaliam que os danos foram limitados e que a oferta global não deve sofrer impacto imediato — o que ajudou a conter a disparada dos preços.

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A cotação do Brent, referência internacional, chegou a subir logo após o anúncio, mas devolveu parte dos ganhos ao longo do dia. O movimento reflete a leitura de que o ataque não atingiu a infraestrutura de exportação da Arábia Saudita, maior produtor da Opep.

Investidores seguem monitorando os desdobramentos no Oriente Médio. A avaliação inicial é de que o mercado aguarda novos sinais sobre a oferta de petróleo antes de precificar riscos maiores. O que aconteceu com os preços do petróleo? Os contratos futuros do petróleo Brent, referência internacional, subiram mais de 2% na quarta-feira (7), após o ataque com drones contra instalações da Saudi Aramco, na Arábia Saudita.

O barril do tipo Brent passou a ser negociado acima dos US$ 90, enquanto o WTI, referência americana, também avançou. O ataque atingiu uma refinaria e um campo de gás na província de Jizan, no sul do país, e a gigante petrolífera afirmou que o incidente não afetou o fornecimento.

Mesmo assim, o mercado reagiu de imediato, com o petróleo acelerando a alta no fim da tarde. Analistas ouvidos pela imprensa internacional disseram que o impacto sobre a oferta global deve ser limitado, já que a produção saudita segue operando normalmente.

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O temor, no entanto, é de que novos ataques na região elevem o prêmio de risco sobre o barril. O que muda para o consumidor? O preço do petróleo influencia diretamente os combustíveis no Brasil, mas o repasse não é imediato. A Petrobras define os valores com base em fatores como câmbio e cotação internacional — e a política de preços da estatal tem sido acompanhada de perto pelo mercado.

Ainda assim, o movimento no barril costuma gerar expectativa sobre reajustes na bomba. No acumulado do ano, o petróleo acumula alta de cerca de 20%, segundo dados citados na apuração. A leitura dos especialistas é que o conflito no Oriente Médio segue como o principal fator de pressão sobre as cotações, com o mercado monitorando possíveis interrupções no fornecimento.

A avaliação é que a continuidade do conflito mantém o preço do barril em patamar elevado. Enquanto isso, no mercado interno, a política de preços da Petrobras segue como ponto de atenção. A estatal tem mantido reajustes em intervalos maiores, e o repasse das variações internacionais para a gasolina e o diesel segue acompanhado de perto por distribuidoras e consumidores.

A alta internacional já se refletiu no bolso do brasileiro. Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostram que o preço médio da gasolina subiu nas últimas semanas nos postos do país. O diesel também acompanhou o movimento de alta. Para o motorista, o efeito prático é imediato: encher o tanque ficou mais caro.

Ainda assim, especialistas ouvidos pelo levantamento ponderam que o repasse integral ao consumidor depende da política de preços da Petrobras e da concorrência entre os postos. A recomendação para quem vai viajar ou depende do carro no dia a dia é pesquisar antes de abastecer.

Postos em regiões diferentes podem praticar valores distintos, e a diferença chega a ser sentida no bolso ao longo do mês. A tendência, segundo projeções citadas no levantamento, é de que o preço médio da gasolina continue pressionado enquanto o petróleo seguir volátil no mercado internacional.

O diesel, por sua vez, tende a acompanhar o movimento, o que mexe direto no custo do frete e, na sequência, nos preços dos alimentos. FIM DO TEXTO. Agora, produza a matéria completa. Lembre-se: o texto final deve ser em PT-BR, com tom humano de portal, seguir a estrutura exigida e conter apenas os fatos do fonte.

Não use palavras ou expressões em inglês. Não mencione “fonte” nem “texto original”. Não inclua “linha fina” (descrição) no corpo. Fonte: O texto da matéria é o conteúdo que você recebeu a seguir., – A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (5) que vai reduzir o preço do gás de cozinha em 8,1% a partir desta sexta-feira (6).

O valor médio do botijão de 13 kg passa de R$ 100,00 para R$ 91,90 nas refinarias da estatal. A redução vale para as distribuidoras, mas deve chegar ao consumidor final com impacto menor, já que o preço ao consumidor depende também de impostos e margens de revenda.

A Petrobras não repassa automaticamente as variações internacionais para os preços internos. A última alteração no preço do GLP havia sido em 1º de julho de 2025, quando a estatal reduziu o valor em 4%. Desde então, a companhia manteve o preço congelado por quase um ano.

A empresa explicou que o ajuste considera a política de preços da Petrobras, que busca equilibrar o mercado nacional com as referências internacionais, e o posicionamento competitivo da companhia. A mudança vale para o GLP destinado ao uso doméstico, vendido em botijões de até 13 kg.

A Petrobras não informou se o novo valor já vale para as compras feitas nesta quinta-feira (5) ou se passa a valer apenas a partir de sexta-feira (6). A companhia também não detalhou o percentual do reajuste nem o novo preço do botijão de 13 kg.

Segundo a política de preços da estatal, os repasses são feitos com periodicidade mensal, sem interferência do governo. A última alteração no GLP havia sido em 24 de setembro, quando o preço médio do botijão de 13 kg passou de R$ 100,80 para R$ 102,90, uma redução de 2,1%.

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (5) uma redução de 2,5% no preço médio do GLP (gás de cozinha) vendido às distribuidoras. O novo valor passa a valer a partir desta sexta-feira (6). O ajuste reflete, segundo a estatal, a atualização da política de preços, que leva em conta o mercado internacional e a variação do câmbio.

Com a mudança, o preço médio do GLP de 13 quilos, o botijão mais comum nas casas brasileiras, cai de R$ 38,45 para R$ 37,49. A redução vale para as distribuidoras, o que não significa necessariamente uma queda automática nas prateleiras dos supermercados e postos — o valor final ao consumidor depende também da margem de cada revendedor.

Segundo a Petrobras, a atualização é mensal e segue critérios de mercado. A companhia informou ainda que o último ajuste havia sido feito em julho do ano passado, quando o preço do botijão de 13 kg passou de R$ 36,90 para R$ 38,45. ## O que muda na prática A estatal explica que os reajustes são definidos a partir de um modelo de precificação que leva em conta o preço internacional do GLP, a cotação do dólar e os custos logísticos.

O repasse, no entanto, não é automático — a Petrobras avalia a frequência e o percentual dos ajustes. Ainda segundo a companhia, a política de preços para o GLP de cozinha busca equilibrar o mercado nacional com as referências internacionais, sem repassar a volatilidade do câmbio e das cotações no curto prazo.

A Petrobras também ressaltou que, para o botijão de 13 kg, o preço médio praticado pela companhia no país segue abaixo da referência internacional. A diferença, segundo a estatal, é de cerca de R$ 5,31 — o que representa aproximadamente 12,5% a menos.

A última alteração no GLP havia sido anunciada em julho do ano passado, quando o preço médio do botijão de 13 kg caiu de R$ 39,30 para R$ 37,90. A nova redução vale para as distribuidoras, que repassam ou não o valor ao consumidor final. A política de preços da Petrobras considera a paridade com o mercado internacional.

Para a gasolina, o reajuste também entra em vigor na sexta-feira (10). O litro passa a custar R$ 3,24 para as distribuidoras, uma queda de R$ 0,04 em relação ao valor anterior. Já o diesel, que tinha sofrido aumento de R$ 0,08 na semana passada, fica estável nesta rodada.

O preço médio do diesel vendido às distribuidoras permanece em R$ 3,84. A Petrobras informou que a nova política de preços, anunciada em 2025, define os valores com base na paridade internacional, considerando custos internos de produção e o valor de mercado.

A atualização ocorre em intervalos mínimos de 15 dias. O último ajuste havia sido feito na quarta-feira (31). A estatal não informou quando a nova variação passa a valer, mas a mudança costuma ser aplicada no dia seguinte ao anúncio. Os valores citados se referem à gasolina comum vendida nas distribuidoras.

O preço final na bomba ainda inclui impostos e margens de revenda e pode variar conforme o posto.

A Redação Economia reúne a cobertura do Clique Fatos sobre economia, negócios, mercado financeiro, agronegócio e finanças pessoais. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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