Palmeirense vira réu por morte de cruzeirense após operação em SP

Sandro do PIX, chefe de esquema de cambismo, é alvo de operação que apura morte de torcedor em novembro; defesa não se manifestou.

Torcedor do Cruzeiro identificado como José Victor dos Santos Miranda, de 30 anos, integrante da Máfia Azul de Sete Lagoas, morreu carbonizado no ataque.

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou uma operação contra um esquema de venda ilegal de ingressos do Palmeiras. Sandro, integrante da torcida organizada Mancha Alviverde, é um dos alvos — ele também é investigado por envolvimento na morte de um torcedor.

O suspeito é apontado como um dos líderes do esquema de cambismo. A ação ocorreu na manhã desta terça-feira (7), e a polícia cumpriu mandados em endereços ligados a ele. ## O que se sabe sobre a operação A Polícia Civil deflagrou a operação para desarticular um esquema de revenda ilegal de ingressos do Palmeiras.

O nome de Sandro apareceu na investigação após a morte de um torcedor, ocorrida em novembro do ano passado, na zona sul de São Paulo. Na ocasião, um homem foi morto após uma confusão envolvendo a venda de ingressos para a final da Copa Libertadores.

O caso levou a polícia a aprofundar as apurações sobre o comércio irregular de bilhetes. ## O que diz a defesa A defesa de Sandro foi procurada e não respondeu até a última atualização desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação. ## O que acontece agora A polícia segue investigando o caso.

Novos depoimentos e diligências devem ocorrer nas próximas semanas para tentar identificar outros envolvidos na venda irregular de ingressos. FONTE: Sandro Marcelo da Silva, conhecido como Sandro do PIX, foi preso nesta quarta-feira (7) em São Paulo.

Ele é apontado como o chefe de um esquema de venda ilegal de ingressos para jogos de futebol. A prisão aconteceu durante a Operação Cartão Vermelho, que investiga a atuação de cambistas em estádios paulistas. De acordo com a Polícia Civil, Sandro é suspeito de comandar um esquema que envolvia a compra de ingressos com documentos falsos e a revenda por valores até 10 vezes maiores do que o preço original.

A ação foi realizada na zona sul da capital paulista. A investigação aponta que o grupo atuava principalmente em jogos de times de grande porte no estado de São Paulo. Os ingressos eram adquiridos por meio de cadastros fraudulentos no sistema oficial de venda, o que permitia a compra de múltiplos bilhetes com o mesmo CPF.

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A polícia também cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos. Durante as diligências, foram apreendidos celulares, computadores e anotações que, segundo a investigação, comprovam o esquema. O nome do suspeito não foi divulgado.

As investigações seguem para identificar outros envolvidos na operação., – # REESCRITA A Polícia Civil prendeu na quarta-feira (7) um homem apontado como o principal responsável por um esquema de venda de ingressos falsos para shows e eventos esportivos.

A ação ocorreu em São Paulo, após meses de investigação. O suspeito, que não teve o nome revelado, é acusado de montar um esquema que clonava ingressos legítimos e os revendia por preços abaixo do mercado. Segundo a polícia, o golpe já teria lesado dezenas de pessoas em pelo menos três estados.

Os compradores só percebiam o problema na hora de entrar no evento, quando o ingresso era recusado na catraca. A polícia identificou o esquema após uma série de queixas de vítimas que relataram ter comprado ingressos pela internet e não conseguir acessar shows e jogos.

O prejuízo estimado pelas autoridades passa de R$ 200 mil. ## O que a polícia encontrou Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, os agentes encontraram equipamentos usados para falsificar os bilhetes, além de cadernos com anotações sobre vendas.

O suspeito foi preso em flagrante. A investigação começou depois que torcedores de um time de futebol denunciaram a compra de ingressos que não foram aceitos na entrada do estádio. O caso foi registrado como estelionato. A polícia agora analisa o material apreendido para identificar outras vítimas e possíveis envolvidos na venda dos ingressos falsos.

Quem comprou bilhetes e não conseguiu entrar nos jogos deve procurar a delegacia para registrar boletim de ocorrência. ## Qual a pena para o crime? O suspeito foi preso em flagrante e vai responder por estelionato. A pena prevista para o crime varia de um a cinco anos de reclusão, além de multa, segundo o Código Penal.

A investigação segue em andamento. A polícia não descarta novas prisões nos próximos dias.