Operação Dataleaks: PF investiga vazamento de dados de ministros do STF

Ação cumpre mandados em São Paulo, Tocantins e Alagoas contra suspeitos de comercializar informações sensíveis.

2 min

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Operação Dataleaks: Polícia Federal Investiga Vazamento de Dados do STF

A Polícia Federal (PF) iniciou nesta quinta-feira (5) a Operação Dataleaks, uma investigação que visa apurar a existência de uma base de dados não oficial contendo informações pessoais e sensíveis de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

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A ação surge em resposta a suspeitas de que uma organização criminosa estivesse obtendo, adulterando, comercializando e disseminando dados de fontes governamentais e privadas.

Em comunicado, a PF detalhou que a operação envolve a execução de quatro mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão preventiva, abrangendo os estados de São Paulo, Tocantins e Alagoas. As ordens foram expedidas pelo próprio Supremo Tribunal Federal (STF), onde o ministro Alexandre de Moraes coordena uma investigação sobre o caso.

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Investigação e Acusações

A investigação se concentra em suspeitas de crimes como organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro. A operação busca identificar os responsáveis pela criação e disseminação da base de dados ilegal, bem como rastrear o fluxo financeiro relacionado à atividade criminosa.

Foco da Operação

O foco principal da Operação Dataleaks é a segurança da informação e a proteção de dados sensíveis de autoridades do STF. A PF busca interromper as atividades da organização criminosa e garantir que a disseminação de informações confidenciais seja interrompida, além de buscar evidências para responsabilizar os envolvidos.

A Redação Brasil reúne a cobertura do Clique Fatos sobre o noticiário das cidades e dos estados brasileiros. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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