Oficina Brennand teve programação gratuita em maio na Semana Nacional de Museus

O museu-ateliê do Recife ofereceu visitas mediadas, imersão artística, trilha na Mata Atlântica e visita à olaria.

2 min

Foto: Reprodução

Oficina Francisco Brennand promoveu maio de atividades gratuitas

Durante o mês de maio, a Oficina Francisco Brennand, na Zona Oeste do Recife, ofereceu uma programação especial e gratuita ao público. Em parceria com a 24ª Semana Nacional de Museus, organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus, o museu-ateliê preparou uma série de atividades que integram arte, educação e a natureza, buscando proporcionar experiências únicas aos visitantes.

Visitas guiadas e formação para educadores

A programação incluiu visitas mediadas, voltadas a discutir o papel da Oficina como espaço de convivência e diálogo entre diferentes perspectivas. Houve também formação para professores, com o tema “O que é cartografia social? Territórios, coletividades e mapas como ferramentas pedagógicas”, ministrada por especialistas.

Essa iniciativa visa explorar o uso de mapas como instrumentos de expressão e ação coletiva, com foco em contextos de ensino.

Atividades artísticas e imersão na natureza

Nos dias 15 e 16 de maio, o público pôde participar da Imersão #23, conduzida pela artista visual amorí. A atividade propõe a criação artística com diversos materiais, explorando as relações entre escultura, pintura e desenho, inspirada na exposição “Noites de Sol”.

Em outra atividade, no dia 9 de maio, a Oficina promoveu a “Trilhas do Capibaribe”, uma caminhada pela Mata Atlântica, conectando a arte e a natureza de forma significativa.

Acesso gratuito e visita à olaria

O acesso ao museu-ateliê foi gratuito no domingo, 24 de maio, das 9h às 17h. Um destaque foi a visita à Olaria da Oficina, em 28 de maio, espaço normalmente fechado ao público, onde foi possível acompanhar a produção das obras em cerâmica com mestres que trabalharam com Francisco Brennand.

Preservação do legado de Brennand

A Oficina Francisco Brennand, fundada em 1971, é um instituto cultural sem fins lucrativos que preserva e divulga o legado do artista pernambucano. O complexo abriga um amplo acervo, distribuído entre espaços expositivos, jardins e edificações históricas na Mata da Várzea, além de ateliês, capela e áreas de convivência.

Leia também

Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.

A Redação Clique Fatos assina a cobertura geral do portal. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de fontes identificadas (órgãos oficiais, agências e veículos de imprensa) e passam por checagens automáticas antes de publicar. Encontrou um erro? Escreva para conteudo@cliquefatos.com.br.