O Ministério Público Federal (MPF) informou que o INSS irá utilizar recursos da União para realizar o ressarcimento referente às fraudes

O ministro Jorge Messias afirmou que o governo prosseguirá com cobranças de entidades envolvidas no esquema. O INSS pretende retornar o valor até dezembro, embora ainda não saiba de qual origem o montante provém.

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O procurador-geral da União, Jorge Messias, declarou na sexta-feira (30) que o pagamento de ressarcimentos aos aposentados e pensionistas prejudicados por descontos incorretos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) será feito com recursos da União.

As datas de pagamento ainda não foram divulgadas. Messias afirmou que o calendário de ressarcimento das vítimas será anunciado na próxima semana.

O ministro declarou que o governo federal quitará débitos com recursos da União e que a entidade se ressarcirá por meio da venda de bens apreendidos.

De acordo com Messias, uma das principais preocupações da AGU é realizar os pagamentos com rapidez e de maneira mais segura para os beneficiários. A programação de ressarcimentos será divulgada na próxima semana.

É necessário assegurar o direito de regresso da União contra os responsáveis pela fraude aos aposentados e pensionistas. Não podemos pagar aos beneficiários e não ter a condição de obter o ressarcimento para os cofres da União.

O Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) reuniu-se na terça-feira (27) e determinou que todos os aposentados e pensionistas que tiveram descontos incorretos receberão o pagamento até 31 de dezembro deste ano.

Os Correios iniciaram, nesta sexta-feira, o atendimento a aposentados e pensionistas do INSS que tiveram descontos incorretos. Os interessados podem verificar, impugnar e monitorar a avaliação de reduções de preço diretamente nas unidades postais. Estarão disponíveis aproximadamente 5 mil agências credenciadas, em todo o território nacional, para atender à solicitação.

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Muitos aposentados e pensionistas, inclusive devido à idade, não possuem familiaridade com a tecnologia ou não confiam nela.

Fonte por: CNN Brasil