Número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA cai para 215.000 na semana encerrada em 4 de julho
A queda nos pedidos de auxílio-desemprego sugere estabilidade no mercado de trabalho, apesar da desaceleração no crescimento de empregos em junho.
Na semana encerrada em 4 de julho, o número de americanos que solicitaram auxílio – desemprego caiu, indicando a manutenção da estabilidade no mercado de trabalho, mesmo diante da desaceleração do crescimento de empregos em junho. O Departamento do Trabalho divulgou nesta quinta – feira (9) que os pedidos iniciais de auxílio – desemprego estadual diminuíram em 2.000, totalizando 215.000 solicitações ajustadas sazonalmente.
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As expectativas dos economistas consultados pela Reuters apontavam para um total de 218.000 pedidos na última semana. Essa queda nos pedidos ocorre após um aumento registrado no final de maio e início de junho, que muitos especialistas atribuem a ajustes sazonais complicados no fim do ano letivo.
Contexto do mercado de trabalho
Alguns Estados permitem que funcionários não docentes solicitem auxílio – desemprego durante as férias escolares prolongadas, o que pode influenciar a metodologia usada pelo governo para ajustar os dados e eliminar flutuações sazonais. Apesar da desaceleração acentuada no crescimento do emprego em junho e das revisões para baixo nos números de vagas não agrícolas referentes a abril e maio, analistas afirmam que não houve mudanças significativas no mercado de trabalho, que apresenta um quadro estável com “contratações lentas e demissões em massa também lentas”.
A ata da reunião do Federal Reserve realizada nos dias 16 e 17 de junho, divulgada na quarta – feira (8), revelou um aumento nas preocupações dos formuladores de política monetária sobre a inflação no último mês. Eles preveem que as condições do mercado de trabalho se mantenham estáveis a curto prazo, com a taxa de desemprego próxima aos níveis atuais.
Perspectivas econômicas e decisões do Fed
A discussão na ata destacou que “vários participantes citaram a possibilidade de incertezas relacionadas a desenvolvimentos geopolíticos ou perspectivas econômicas mais amplas levando empresas a cortar contratações ou iniciar demissões”. Na última reunião, o Fed decidiu manter sua taxa básica de juros entre 3,50% e 3,75%, embora novas projeções indiquem um apoio crescente para um possível aumento da taxa ainda este ano.
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Além disso, durante a semana encerrada em 27 de junho, cresceu o número de pessoas recebendo auxílio – desemprego após a primeira semana — um indicador relevante sobre contratações — com um acréscimo de 8.000 solicitações, totalizando 1,814 milhão (ajustado sazonalmente.
Esse aumento nos chamados pedidos contínuos também reflete os desafios relacionados ao ajuste sazonal durante as férias escolares.