Novas regras do Minha Casa, Minha Vida: mudanças que podem beneficiar milhares de famílias!

Novas Regras do Minha Casa, Minha Vida Entram em Vigor
A partir desta quarta-feira (22), começam a valer as novas diretrizes do programa Minha Casa, Minha Vida, que trazem alterações nos limites de renda e financiamento. Em março deste ano, foi anunciado que famílias de classe média alta com renda mensal de até R$ 13 mil poderão financiar imóveis com valor de até R$ 600 mil, um aumento em relação ao limite anterior de R$ 500 mil.
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Com essas mudanças, espera-se que mais de 8 mil famílias de classe média sejam incluídas no programa.
Além disso, os limites de valores dos imóveis foram ajustados em 14% na Faixa 3, que abrange rendas de até R$ 9,6 mil, passando de R$ 350 mil para R$ 400 mil. Outras modificações também foram feitas nas faixas de renda, com aumentos nos limites que variam entre R$ 300 e R$ 1 mil, além da redução da taxa de juros para pessoas de baixa renda.
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Limites de Renda Familiar Mensal
Com as novas regras, os limites de renda familiar mensal nas diferentes faixas são os seguintes:
Os juros das parcelas para a faixa de menor renda foram reduzidos para 4,5%.
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Como Financiar um Imóvel pelo Minha Casa, Minha Vida
Os financiamentos do Minha Casa, Minha Vida são realizados pela Caixa Econômica Federal, que informa que o valor máximo para empréstimos pelo programa é de R$ 600 mil. Os imóveis podem ser novos, usados ou na planta, sendo que, para os últimos, a construção deve ter sido financiada pela Caixa.
Algumas informações importantes incluem:
Simulações de Financiamento
Realizar simulações de financiamento é uma maneira eficaz de encontrar a melhor opção de acordo com as necessidades do comprador. A Caixa Econômica oferece três calculadoras para esse fim:
Após realizar as simulações e identificar a melhor forma de financiamento, a Caixa recomenda seguir um passo a passo que inclui a análise de crédito, análise de engenharia, assinatura do contrato de compra, pagamento das parcelas e gestão do financiamento, além da possibilidade de amortizar o saldo devedor.
A Caixa também disponibiliza canais de atendimento para esclarecer dúvidas durante o processo.
- Faixa 1: de R$ 2.850 para R$ 3.200
- Faixa 2: de R$ 4.700 para R$ 5.000
- Faixa 3: de R$ 8.600 para R$ 9.600
- Faixa 4: voltada à classe média, com aumento de R$ 12.000 para R$ 13.000
- O comprador pode usar o FGTS como entrada ou para quitar parte das parcelas;
- É necessário dar uma entrada mínima de 20% do valor do imóvel;
- A taxa de juros nominal é de 10% ao ano, com prazo de até 35 anos para pagamento.
- A primeira calcula a prestação que o comprador pretende assumir, sua renda e o valor do imóvel;
- A segunda simula o valor das parcelas de acordo com a operação desejada, solicitando dados pessoais, renda bruta familiar e informações do imóvel;
- A terceira estima o potencial de crédito utilizando outro imóvel como garantia.
Autor(a):
Júlia Mendes
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.



