Em 2026, uma nova lei no Piauí transforma a vida de mães de crianças com deficiência, oferecendo apoio psicológico digital e serviços essenciais. Descubra como!
Em 2026, uma nova legislação estadual oferece um importante benefício para mães de crianças com determinadas deficiências. O cuidado com esses pequenos exige atenção especial e, muitas vezes, materiais específicos para garantir a acessibilidade necessária.
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Segundo informações do portal do Governo do Piauí, a Secretaria de Estado da Saúde está avançando na implementação da lei estadual n° 8.827/2025. Essa norma estabelece o Programa de Apoio Psicológico Digital para Mães e Cuidadores de Crianças Atípicas, que busca ampliar o acesso à saúde mental por meio da tecnologia.
O programa também prevê atendimento psicológico e psiquiátrico para cuidadores de pacientes com neurodivergências, essencial para que esses profissionais saibam como lidar com diversas situações. Rafael Alencar, superintendente de Média e Alta Complexidade da Sesapi, ressaltou a importância das Unidades Básicas de Saúde (UBS) nesse processo.
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“As UBS serão a porta de entrada para o cadastro presencial, seguido de avaliação clínica e encaminhamento para acompanhamento psicológico remoto, garantindo a continuidade do cuidado”, afirmou Alencar.
O programa atenderá mães de crianças com autismo, TDAH, síndromes genéticas raras e deficiências intelectuais ou físicas. É necessário apresentar um laudo médico que comprove a deficiência ou o problema de saúde da criança. Até o momento, não foi informado se existe uma idade máxima para o acompanhamento.
Gabriel Mauriz, diretor da Unidade de Saúde Digital, comentou: “A proposta é utilizar o Piauí Saúde Digital para reduzir barreiras geográficas e assegurar acompanhamento qualificado, além da oferta de serviços especializados”.
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é caracterizado por sintomas como desatenção e falta de foco, impactando o aprendizado, as relações sociais e o desempenho no trabalho. O diagnóstico clínico é fundamental para a confirmação do transtorno.
O tratamento pode incluir medicamentos, acompanhamento psicológico e psicoterapia, além de possíveis mudanças no estilo de vida. Sem o cuidado adequado, o TDAH pode levar ao aumento da ansiedade e ao desenvolvimento de depressão, dificultando a integração social da pessoa afetada.
Autor(a):
Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.