Nikolas Ferreira critica fim da escala 6×1 e alerta sobre demissões em massa na Câmara

Nikolas Ferreira critica o fim da escala 6×1 na Câmara, questionando a falta de debate e alertando sobre possíveis demissões em massa. Entenda sua posição!

30/05/2026 00:46

2 min

Nikolas Ferreira critica fim da escala 6×1 e alerta sobre demissões em massa na Câmara
(Imagem de reprodução da internet).

Deputado Nikolas Ferreira Critica Fim da Escala 6×1

Na quarta-feira (27), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) utilizou seu tempo na tribuna da Câmara dos Deputados para expressar sua desaprovação em relação ao fim da escala 6×1. Durante seu discurso, ele questionou a aprovação do texto sem uma discussão mais aprofundada e uma análise dos possíveis impactos econômicos.

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O parlamentar fez uma ironia sobre a possibilidade de demissões em massa decorrentes do novo regime de trabalho, chamando isso de uma “queda da narrativa” dos políticos e movimentos que apoiaram a proposta. Ele afirmou que, quando isso acontecer, “esse dia vai ser maravilhoso”.

Ferreira destacou que, ao contrário do que muitos pensam, ele também sabe jogar o jogo político e que, quando as consequências se tornarem evidentes, ele estará preparado para apontar os responsáveis.

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Postura do Parlamentar e Proposta de Emenda

Em seu discurso, Nikolas Ferreira reafirmou a posição de seu partido em apoiar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que propunha a jornada 4×3. Essa manobra foi interpretada como uma tentativa de colocar o governo federal em uma posição de confronto com os eleitores ao não apoiar a votação da medida.

A PEC que extinguiu a escala 6×1 foi aprovada com 472 votos a favor e 22 contra na primeira etapa, e 461 votos a 19 na segunda. O próximo passo envolve a análise e votação no Senado, com as datas a serem definidas pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União-AP).

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O texto, de relatoria do deputado Leo Prates (Republicanos-BA), sugere a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas, com um período de transição de 14 meses e sem redução salarial para os trabalhadores.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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