Mulher de 37 anos é presa em Joinville por se passar por adolescente e enganar família adotiva

Mulher de 37 anos é presa em Joinville por se passar por adolescente de 12 e enganar família adotiva. Descubra como o golpe foi desmascarado!

03/06/2026 19:51

2 min

Mulher de 37 anos é presa em Joinville por se passar por adolescente e enganar família adotiva
(Imagem de reprodução da internet).

Mulher é presa por estelionato após se passar por adolescente em Joinville

Uma mulher de 37 anos foi detida nesta terça-feira (2) em Joinville, Santa Catarina, pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica. Ela fingiu ser uma adolescente de 12 anos e chegou a ser adotada por uma família. A suspeita foi desmascarada por uma parente que desconfiou da situação e acionou as autoridades.

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Segundo as investigações, a denúncia partiu de uma tia da família adotiva da mulher. Inicialmente, a familiar conversou com o pai adotivo da suspeita, que não acreditou na possibilidade de um golpe. No entanto, após realizar pesquisas na internet, ele descobriu informações que levantaram suspeitas.

A família decidiu então reportar o caso à polícia, que entrou em contato com investigadores de outros estados para coletar mais dados. As análises iniciais revelaram a verdadeira identidade da mulher, que já possuía registros criminais em outros cinco estados.

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Como a mulher enganou a família

De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), a mulher usava o nome falso de “Gabriele” e se passava por uma adolescente. Ela viveu com a família adotiva por aproximadamente um ano. O caso teve início quando a suspeita se integrou a uma igreja em Joinville e alegou ter sofrido maus-tratos por parte de seu pai biológico.

O pastor a acolheu e a apresentou a uma família que frequentava os cultos, conquistando a confiança de todos ao seu redor.

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Para manter o disfarce e justificar sua aparência de adulta, a mulher afirmava que seus traços eram resultado de abusos sofridos na infância. As investigações revelaram que, em casa, ela apresentava comportamentos infantilizados, como o uso de mamadeiras, chupetas e até mesmo “cheirinhos” para dormir.

Segundo o delegado Rodrigo Bueno Gusso, a infratora tinha um quarto exclusivo, decorado em rosa e com itens infantis. Ela também fingia ter crises de pânico e inseguranças para dormir sozinha, pedindo à mãe adotiva que a colocasse na cama.

Quando os pais discutiam a possibilidade de matriculá-la em escolas ou formalizar a adoção, a mulher se opunha, alegando que isso poderia fazer com que seu pai biológico a procurasse. Durante o interrogatório formal, a suspeita confessou os crimes.

Após ser presa em flagrante por estelionato e falsa identidade, ela foi levada ao Presídio Regional de Joinville, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Autor(a):

Ambientalista desde sempre, Bianca Lemos se dedica a reportagens que inspiram mudanças e conscientizam sobre as questões ambientais. Com uma abordagem sensível e dados bem fundamentados, seus textos chamam a atenção para a urgência do cuidado com o planeta.

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