Morre Gloria Steinem, jornalista e ativista feminista americana, aos 92 anos

Fundação confirmou a despedida serena em Nova York e destacou o legado de Gloria Steinem na defesa da igualdade e da autonomia feminina.

A ativista morreu aos 92 anos nesta quinta-feira (3)

A ativista feminista e jornalista Gloria Steinem morreu na quarta – feira (2), aos 92 anos. A morte ocorreu em sua casa na cidade de Nova York e foi confirmada pela fundação da escritora em uma publicação feita nesta quinta – feira (3.

Na mensagem, a fundação informou que Gloria Steinem estava cercada por algumas das pessoas que a amavam. A publicação descreveu a despedida como serena e afirmou que os quase cem anos de vida da ativista foram marcados pela luta pela igualdade.

Morte foi confirmada pela fundação da escritora

“Gloria Steinem faleceu serenamente em sua casa na cidade de Nova York, cercada por alguns dos muitos que a amavam”, diz a publicação divulgada pela fundação da escritora. O comunicado também afirma que ela continuou defendendo a igualdade até o fim da vida.

“Os quase cem anos de vida de Gloria foram bem vividos, e ela continuou lutando pela igualdade até o fim.” A frase foi publicada junto com a confirmação da morte, destacando a permanência da atuação de Gloria Steinem em favor da causa que marcou sua trajetória.

O texto divulgado pela fundação também ressaltou características pessoais da ativista. “O maior dom de Gloria era sua capacidade de ouvir os outros, de fazê – los se sentirem vistos e ouvidos”, afirma a mensagem.

Fundação destaca legado e personalidade

De acordo com a publicação, as palavras, as ações e o exemplo de Gloria Steinem ajudaram outras pessoas a se sentirem autorizadas a agir de acordo com a própria identidade. O comunicado afirma que ela dava às pessoas “permissão para serem elas mesmas”.

A fundação descreveu Gloria como uma mulher fiel ao próprio espírito independente. A mensagem também menciona sua curiosidade e seu grande senso de humor como traços que fizeram parte de sua personalidade.

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“Gloria viveu fiel ao seu espírito independente, sempre com curiosidade e um grande senso de humor”, diz o texto. A declaração associa esses elementos à forma como a ativista conduziu sua vida e à maneira como era lembrada por aqueles que estavam próximos dela.

Além da confirmação da morte, a fundação afirmou que Gloria tinha uma publicação inédita. O comunicado menciona o trabalho como “ ”, sem apresentar, na publicação, outras informações sobre o conteúdo ou sobre a data de lançamento.