Meta admite “falhas recorrentes” na moderação e vira alvo do TSE e do MPF na eleição
A Meta, dona do Instagram, do Facebook e do Whats App, voltou ao centro da disputa política nas eleições deste ano. Na última semana, surgiram novas denúncias de interferência, a Justiça eleitoral cobrou a empresa e a própria big tech admitiu “falhas recorrentes” no controle de conteúdo.
Desde o início do período eleitoral, a companhia enfrenta acusações seguidas de tentar influenciar o pleito. As críticas apontam que ela estaria favorecendo as métricas de candidatos de um lado e bloqueando publicações de outros.
Meta admite “falhas recorrentes” na moderação
A admissão partiu da própria empresa. Ao reconhecer “falhas recorrentes” no controle do que circula em suas plataformas, a Meta deu combustível a uma polêmica que já vinha crescendo ao longo da campanha.
O reconhecimento veio junto com as cobranças da Justiça eleitoral, outro sinal de que o caso extrapolou a briga entre apoiadores nas redes. As acusações seguem o mesmo padrão desde o começo do período eleitoral: suposto impulso a uns e restrição a outros.
De Nikolas Ferreira a congressistas dos EUA
Os episódios recentes envolveram uma lista ampla de personagens. Entre eles estão o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o cantor MC Cabelinho.
Também entraram no caso o MPF (Ministério Público Federal) e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A discussão ultrapassou as fronteiras do país e chegou a congressistas democratas dos Estados Unidos.
Os dois candidatos à Presidência também aparecem nos acontecimentos dos últimos dias: Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Leia também
Editoria:
Redação Política
A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para contato@cliquefatos.com.br.