Mercados Europeus Disparam Após Decisão da Suprema Corte dos EUA Contra Tarifas de Trump!
Mercados Europeus Encerram em Alta Após Decisão da Suprema Corte dos EUA
As bolsas de valores da Europa fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira (20), impulsionadas pela decisão da Suprema Corte dos EUA que considerou ilegais as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump. Essa medida pode aliviar a pressão sobre algumas empresas exportadoras da região.
No fechamento, o FTSE 100 de Londres registrou alta de 0,56%, alcançando 10.686,89 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,81%, atingindo 25.246,80 pontos. O CAC 40 de Paris teve um ganho de 1,39%, fechando a 8.515,49 pontos. O FTSE MIB de Milão avançou 1,48%, para 46.472,98 pontos, enquanto o Ibex 35 de Madri marcou uma alta de 0,82%, a 18.165,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 terminou o dia com uma leve queda de 0,05%, a 9.090,54 pontos. Vale ressaltar que essas cotações são preliminares.
Desempenho Semanal das Bolsas
Na análise semanal, o FTSE 100 teve um aumento de 2,3%, enquanto o DAX subiu 1,3%. O CAC 40 registrou um ganho de 2,5% e o índice de Milão avançou 2,3%. O Ibex 35 apresentou uma variação positiva de 2,8%, e o PSI 20 encerrou a semana com um crescimento de 1,0%.
Ações do Setor de Semicondutores e Luxo em Alta
A decisão desfavorável à política tarifária de Trump beneficiou as ações de fornecedoras europeias de equipamentos para semicondutores. A ASML Holding viu suas ações subirem 1,4%, enquanto a concorrente ASM International teve um aumento de 1,3%.
A BE Semiconductor destacou-se com uma alta de 6,8%.
Além disso, o setor de luxo também se beneficiou, com ações da LVMH subindo 4,4% e Hermès avançando 3,6%. A distribuidora de bebidas Pernod Ricard teve um aumento de 3,5%, e a Anglo American ganhou 1,33% em Londres após a divulgação de resultados positivos.
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Indicadores Macroeconômicos Favoráveis
No campo macroeconômico, o índice de gerentes de compras (PMI) composto da zona do euro superou as expectativas. Os PMIs da Alemanha e do Reino Unido também apresentaram resultados positivos. Analistas do Goldman Sachs comentaram que os dados estão alinhados com a previsão de uma melhora no crescimento da demanda interna na zona do euro, impulsionada pela indústria manufatureira, especialmente na Alemanha.
Editoria:
Redação Economia
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