Menino autista não verbal desaparecido é encontrado sozinho em cemitério de SP
Criança foi localizada desorientada por funcionário do local, que acionou a polícia para identificar a família.
Um menino autista não verbal, de idade não informada, foi localizado pela Polícia Militar na manhã desta terça – feira (6) dentro do Cemitério Memorial Parque Jaraguá, no bairro Anhanguera, zona Norte de São Paulo. A criança estava sozinha, desorientada e usava uniforme escolar e chinelos quando foi encontrada.
O caso começou quando um funcionário do cemitério percebeu que o menino estava sem qualquer acompanhante. O funcionário acolheu a criança e acionou a Polícia Militar. Uma equipe da PM foi até o local e manteve o menino em segurança dentro da viatura enquanto tentava identificar a família.
Como a criança não se comunica pela fala, o trabalho de identificação exigiu um esforço extra por parte dos policiais.
Como a PM identificou o menino
Para descobrir quem era o garoto, a Cabine Muralha Paulista Desaparecidos, da Polícia Militar, começou a cruzar as características físicas e as roupas da criança com registros e alertas de pessoas desaparecidas. Durante a varredura nos bancos de dados, os policiais encontraram um alerta publicado por um portal de notícias que batia com a descrição do menino.
A partir dessa informação, a equipe conseguiu chegar até a mãe. Ela confirmou a identidade do filho e explicou o que havia ocorrido. Segundo a família, o menino havia se perdido dos responsáveis depois de ser levado a uma consulta. O desaparecimento aconteceu em Osasco, na Grande São Paulo.
Desde que perceberam a falta da criança, os familiares realizavam buscas e divulgavam informações sobre o caso nas redes e em portais locais.
Atendimento e reencontro
O Conselho Tutelar do Jaraguá acompanhou todo o atendimento prestado após a localização da criança. A mãe recebeu orientações da Polícia Militar sobre os próximos passos e se dirigiu ao ponto combinado para reencontrar o filho ainda no mesmo dia.
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A ação rápida da PM e do funcionário do cemitério foi essencial para que o menino fosse devolvido em segurança à família.
O caso serve como alerta para a importância de sistemas integrados de busca, como a Cabine Muralha Paulista Desaparecidos, que permite o cruzamento rápido de informações entre diferentes fontes. O menino, que não se comunica verbalmente, foi localizado graças à combinação de um alerta público e do trabalho de campo dos policiais.
A identidade da criança e da família não foi divulgada para preservar a privacidade dos envolvidos.
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo.