Meghan Markle alerta sobre os perigos das redes sociais na saúde mental dos jovens

Meghan Markle alerta sobre os perigos das redes sociais para a saúde mental dos jovens em evento impactante em Genebra. Descubra suas preocupações!

18/05/2026 16:56

2 min

Meghan Markle alerta sobre os perigos das redes sociais na saúde mental dos jovens
(Imagem de reprodução da internet).

Meghan Markle critica redes sociais por impactos na saúde mental de jovens

Meghan Markle, de 44 anos, denunciou que as redes sociais promovem conteúdos prejudiciais que afetam a saúde mental dos jovens. Durante a inauguração do “Lost Screen Memorial”, um tributo a adolescentes que perderam a vida devido a danos relacionados ao ambiente digital, ela afirmou que as crianças estão sendo “moldadas” por conteúdos nocivos que muitas vezes não buscam ativamente.

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“As crianças de hoje estão sendo moldadas por sistemas criados para capturar atenção a qualquer custo: algoritmos incessantes, engajamento exploratório e exposição contínua a conteúdos prejudiciais que elas nem estão procurando”, declarou Meghan no evento realizado em Genebra, na Suíça, no último domingo (17).

A ex-atriz, mãe de Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 4, com o príncipe Harry, de 41, apresentou exemplos que evidenciam os riscos das plataformas digitais.

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Ela mencionou o caso de uma “garota alegre e atlética” que, ao buscar receitas saudáveis na internet, acaba exposta a conteúdos sobre distorção de imagem corporal e vídeos pró-anorexia. Meghan também citou um adolescente chamado Mason, que teria buscado apoio nas redes sociais após o término de um relacionamento.

Segundo Meghan, as plataformas “exploraram sua dor” e começaram a oferecer conteúdos relacionados ao suicídio.

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“Essas histórias não são casos isolados. Elas se repetem. E não são culpa da criança nem dos pais”, enfatizou a duquesa. Meghan ressaltou que tornar o ambiente digital mais seguro é uma questão de saúde pública, não devendo ser uma responsabilidade exclusiva das famílias. “Não pedimos aos pais que criassem seus próprios cintos de segurança.

Não pedimos às crianças que testassem medicamentos inseguros. Não ignoramos água contaminada ou brinquedos defeituosos dizendo que esse era o preço a se pagar pelo progresso. Nós agimos. E agora o mundo precisa de ação novamente”, afirmou.

Ela ainda acrescentou que relatos pessoais, processos judiciais, pesquisas médicas e depoimentos de famílias têm demonstrado a gravidade da situação. “Ao mesmo tempo, tecnologias em avanço, como a inteligência artificial, não estão apenas repetindo erros do passado; elas estão acelerando e ampliando esses problemas.

Os riscos estão se multiplicando”, concluiu Meghan.

Autor(a):

Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.

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