Lula vence na Nova Zelândia com 80,54% e abre a apuração do 2º turno contra Flávio Bolsonaro

Na Nova Zelândia, com 100% das urnas apuradas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) somou 80,54% dos votos no segundo turno da eleição presidencial. Flávio Bolsonaro (PL) ficou com 19,46%. Os dados foram divulgados na madrugada de domingo (25).
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O resultado, que reflete apenas os brasileiros que votaram no país, mostra que a disputa no exterior já tinha um vencedor antes mesmo da abertura das seções no Brasil.
Lula vence em Wellington com 418 votos
Em Wellington, capital neozelandesa, 526 brasileiros compareceram às urnas. Desses, 418 escolheram o petista, enquanto 101 optaram pelo candidato do PL.
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Outros quatro eleitores votaram em branco e três anularam o voto. As urnas abriram às 16h de sábado (24), pelo horário de Brasília.
Eleitorado no exterior cresce 31,82% desde 2022
Segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), 918 mil brasileiros que vivem fora do país estão aptos a votar em 2026. Eles estão distribuídos por 186 cidades de 134 países.
O número representa alta de 31,82% em relação a 2022, quando cerca de 697 mil eleitores estavam habilitados a votar no exterior. No Brasil, a votação começa às 8h do domingo (25), pelo horário oficial.
Votação percorre fusos e dura 29 horas
Na prática, a diferença de fuso horário faz com que os primeiros votos sejam registrados antes da abertura das seções em território brasileiro. Na maioria dos países, a votação acontece, em geral, das 8h às 17h no horário local.
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Somadas essas janelas, a votação no exterior se estende por 29 horas. O processo começa no sábado, às 16h, na Nova Zelândia, e termina no domingo, às 21h, no Canadá.
Depois da Nova Zelândia, as urnas abrem na Austrália e em países da Ásia já na noite de sábado. Na madrugada e na manhã de domingo, é a vez dos brasileiros que vivem na Europa começarem a votar.
Editoria:
Redação Política
A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



