
Durante sua participação no “Podshape”, podcast conduzido por Juju Salimeni e Diogo Basagila, Léo Áquilla compartilhou aspectos íntimos de sua vida pessoal. A jornalista abordou sua identidade de gênero e o espectro da assexualidade, esclarecendo dúvidas sobre o tema.
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Ela explicou que, apesar de ser uma mulher trans, também se identifica como assexual. Ao ser questionada por Juju sobre o conceito, Léo detalhou que a assexualidade é um guarda-chuva vasto, pois não há experiências iguais entre as pessoas.
Léo esclareceu que o grau de interesse sexual varia muito. Algumas pessoas, como ela, podem ter pouco ou nenhum desejo sexual, priorizando outras conexões, como o afeto. Ela complementou que nem sempre há uma necessidade física, mesmo que haja vontade.
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A jornalista também descreveu seu estado de desejo, mencionando que é intensa, mas que o sexo só ocorre quando há um vínculo amoroso. Esse estado, ela explicou, é o que se chama de demissexual.
Nesse contexto, Juju Salimeni se identificou como demissexual, compartilhando uma experiência com seu noivo, Diogo Basaglia. Ela relatou que demorou a avançar na relação por ainda não ter desenvolvido sentimentos profundos.
Ambas concordaram sobre a primazia da conexão emocional. Léo reforçou que é fundamental sentir confiança e que a pessoa precisa demonstrar amor e respeito antes de qualquer intimidade física.
Juju afirmou que, embora não se identifique com relações sem afeto, não faz julgamentos sobre outras pessoas. Ela ressaltou que o sentimento é individual, e o foco da conversa era sobre suas próprias vivências.
Em outro trecho, Léo revelou o motivo do adiamento de sua cirurgia de redesignação sexual. Ela mencionou um problema cardíaco que impedia o procedimento, apesar de já ter feito tratamentos e até planejado a cirurgia na Tailândia.
Após anos de pausa, Léo informou que está reconsiderando o procedimento, planejando uma possível realização em 2027. Ela destacou que a técnica cirúrgica atual é diferente e menos agressiva do que era antes.
A jornalista explicou que o acompanhamento médico foi essencial para estabilizar seu coração, já que a cirurgia exige anestesia geral e o pós-operatório é considerado muito desgastante, envolvendo dilatações frequentes.
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Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.